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25/06/07

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"Jesus dizia que “era melhor ser quente como o fogo ou frio como o gelo,
porque ele lançaria fora quem fosse apenas morno”. (Laurie Beth Jones)
 

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Saiu Na Imprensa

    Laranja deve crescer 150% na região de Duartina (SP)

  Duartina, Lucianópolis e Ubirajara formam a área considerada a nova fronteira da citricultura, graças a um trabalho conjunto realizado de 1994 a 1997. As boas notícias não acabam por aí. Há indícios de que uma empresa de grande porte do segmento instale uma fábrica de processamento da laranja entre Santa Cruz do Rio Pardo e Duartina.
 
A empresa, que não teve seu nome divulgado pela fonte, que prefere manter o sigilo, instalaria uma filial para atender esse triângulo que já contabiliza mais de cinco milhões de pés de laranja.
  A corrida pela região tem duas causas definidas. A primeira delas, detectada em 94 e sanada em 97 por um trabalho conjunto da Secretaria da Agricultura, Sindicatos rurais, prefeituras e agricultores, foi a erradicação do cancro cítrico. “Esse foi o primeiro impulso”, comenta o engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura de Duartina, João Pacheco.
  A partir de 97, a área ficou livre do cancro cítrico e, coincidentemente, a região ganhou um segundo impulso, o aparecimento de doenças fatais nas regiões tradicionais de plantio de citros.
  Para se ter idéia da mudança, em 94, quando começou o trabalho conjunto, as áreas de pastagens representavam 70%. Dez anos depois da erradicação do cancro cítrico, ela diminuiu para 40%. A constatação é do engenheiro agrônomo.
   “As pastagens cederam espaço para laranja. Atualmente são três grandes culturas e laranja nessa região é predominante. Ela vai atingir todos os municípios do entorno, Paulistânia, Cabrália Paulista, Alvinlândia, até chegar em Santa Cruz”, diz Pacheco.
  Sem doenças que atacam os cítricos, as terras foram valorizadas, frisa Pacheco. “Em 94, o alqueire valia o equivalente a R$ 4 mil. A mesma terra hoje custa de R$ 20 mil a R$ 30 mil. Todo mundo ganhou com o trabalho desenvolvido. Os citricultores vieram comprar terras nos três municípios, Duartina, Lucianópolis e principalmente Ubirajara.”
  Em Ubirajara há 800 mil pés de laranja produzindo, 152 pés de morgote e 65 mil de poncã.

Migração

       Uma das causas para o crescimento do cultivo de laranja na região de Bauru é a migração das plantações da região de Bebedouro, onde as pragas atingem os laranjais sem pedir licença.
 
“Isso o pessoal não fala. O cultivo da laranja é de risco, com custeio caro e é dominado por três ou quatro empresas no Brasil. O agricultor fica na mão dessas empresas”, critica o presidente do Sindicato Rural de Bauru, Maurício Lima Verde.
  Segundo ele, as terras dessa região do Estado reúnem condições favoráveis ao plantio do cítrico. “A região é relativamente virgem para a citricultura e o clima ajuda. Um levantamento da Secretaria da Agricultura, há mais de 10 anos, elegeu essa área como a mais apta para o cultivo de citros.”
  Para o engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura de Duartina, João Pacheco, três itens atraem os citricultores para aquela região. “O clima, o preço da terra e a extinção do cancro cítrico. De outubro a fevereiro deste ano foram vendidas 40 propriedades rurais nessa região.” (fonte: Jornal da Cidade - Bauru )

 

 Fundecitrus intensifica a conscietização contra Geening

   O Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) triplicou sua equipe técnica responsável pelas orientações sobre greening. Agora são 11 engenheiros agrônomos e mais dois técnicos agrícolas que visitarão as propriedades levando informações e orientações. Eles também ministrarão palestras e cursos sobre a doença. A ampliação foi feita para ajudar os produtores a se enquadrar à Instrução Normativa nº32, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que atribuiu ao produtor a responsabilidade pelas inspeções de greening em seu pomar de citros. Antes esse trabalho era feito pelas entidades de defesa sanitária, junto ao Mapa.
  Os técnicos ficarão sediados nos escritórios de Araraquara, Araras, Casa Branca, Itápolis, Matão, Mogi Mirim, Taquaritinga e São Manuel. "Cada agrônomo vai 'adotar' entre 300 e 400 propriedades e atendê-las de forma que possam conseguir um resultado efetivo", explica Francisco Maschio, supervisor responsável pela equipe. A ação enfocará, sobretudo, os produtores que têm menos conhecimento da doença e dificuldade para a adoção do seu manejo. A região de Araraquara é atendida por um engenheiro agrônomo que fica sediado no CAF de Araraquara.

Os telefones para entrar em contato, tirar dúvidas ou solicitar palestras e treinamentos são:
Araras - (19) 3541 0598
Araraquara - (16) 3301 7043
Casa Branca - (19) 3671 2466
Descalvado - (19) 3583 3251
Itápolis - (16) 3262 7477
Matão - (16) 3384 1561
Mogi Mirim - (19) 3805 3006
Taquaritinga - (16) 3253 3237
São Manuel - (14) 3841 4503

 

Exportação do agronegócio aos árabes cresceu 44% em janeiro

 
As exportações do agronegócio brasileiro para os países árabes, um volume de 684,4 mil toneladas, teve um rendimento de US$ 349,3 milhões no mês de janeiro, um aumento de 44,4% em comparação ao mesmo período do ano passado. "O mercado árabe continua a apresentar novas oportunidades de negócios para o agronegócio brasileiro", observou o presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr.
  O aumento das vendas aos árabes foi muito superior ao crescimento geral das exportações do setor, que ficou em 28,7% em janeiro. Além disso, a participação do mercado árabe no total dos embarques saiu de 8,26% em janeiro de 2006 para 9,26% no primeiro mês deste ano. O valor total das exportações do agronegócio no mês foi de US$ 3,772 bilhões. As informações são da assessoria de imprensa da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.(Fonte:Agrolink)

 

Mecânico paraguaio produz diesel a partir de vísceras de aves

  O mecânico Rodolfo Hoge Loffler, proprietário de uma oficina na cidade de Fernando de la Mora, região metropolitana de Asunção, foi destaque nas páginas do jornal La Nación, por produzir, de forma artesanal, um combustível à base de óleo de vísceras de aves.Na reportagem, Loffler explicou que com uma bomba de 3HP e máquinas caseiras, consegue produzir 1,6 mil litros de biodiesel ao mês.
  As vantagens do novo combustível estariam no preço (mais barato que o diesel original), no rendimento dos motores e na preservação do meio ambiente.
  O óleo extraído das vísceras de aves, como o frango, é submetido a uma filtragem, fervido e deixado em repouso por três dias, antes de ser misturado a aditivos e transformar-se em combustível para motores movidos a óleo diesel.“Tenho dois Mercedes-Benz 2.5, que uso há quase cinco anos sem nenhum problema”, revelou o mecânico, que comercializa o excedente de sua produção a G$ 3,5 mil o litro, enquanto o diesel à base de petróleo é vendido nos postos a G$ 4 mil.
  Testes realizados pelo produtor revelam que o consumo do biodiesel é similar ao do diesel tradicional. Para percorrer uma distância de 100 quilômetros com um motor de 1,6 mil cc, seriam necessários 5,5 litros do novo combustível, contra 6 litros do diesel comum.Além disso, o biodiesel pode ser misturado ao diesel tradicional em até 50%, sem qualquer prejuízo ao desempenho do veículo. Quanto aos resíduos, Loffler assegura que seu combustível não danifica a camada de ozônio, pois seus gases se decompõem em pouco mais de três semanas.(Fonte:Mídia Max / AviSite)

 

Coopercitrus inaugura Posto de Atendimento em Birigui

  A Coopercitrus inaugurou mais um Posto de Atendimento de Vendas - PAV -, agora em Birigui, na manhã de ontem (02/03), na Av. Antônio da Silva Nunes, 2198 - Bairro Recanto Verde - Birigui SP telefones: (18) 3641 8332, 3641 8460 e 3641 5038.
  A inauguração faz parte do projeto de expansão que a cooperativa vem implantando no ano de 2007, com o objetivo de ampliar os benefícios do cooperativismo agrícola a outras regiões e a  novos associados.
Na ocasião, compareceram 80 pessoas, entre agricultores, autoridades municipais, funcionários e diretores da Coopercitrus. Na abertura do evento, o coordenador administrativo da área de insumos da Coopercitrus, Edson Luiz Zolla, deu as boas-vindas aos convidados e apresentou a equipe de profissionais que serão responsáveis pelo PAV de Birigui: Luiz Alberto Cassemiro De Freitas, Everton Luiz Dona Fiorotto e Rodrigo Salatino. Em seguida, o público assistiu a um vídeo institucional da Cooperativa, para conhecer os serviços, benefícios e a estrutura que fazem parte da cooperativa.
  O gerente comercial da área de insumos agrícolas, Jair Guessi, afirmou que o projeto de expansão da cooperativa atingirá mais comunidades agrícolas no Estado de São Paulo, desenvolvendo o Agronegócio e beneficiando os produtores da região democraticamente. "A Coopercitrus tem a nobre missão de proporcionar condições técnicas e produtivas a todos os agricultores de maneira igualitária, sejam eles grandes, médios ou pequenos produtores", afirmou. Jair também deixou claro que, a partir daquela data, todos os cooperados e produtores não cooperados poderão contar com a credibilidade e a segurança que a Coopercitrus proporciona. "Atuando diretamente no município de Birigui, temos a certeza de que não só os produtores serão beneficiados, mas toda a comunidade ganhará com o desenvolvimento das atividades agrícolas", finalizou.
  Segundo dados do último censo demográfico realizado pelo IBGE, Birigui possui 95 mil habitantes e as principais atividades cultivadas são grãos, cana-de-açúcar e cereais. Os cooperados de Birigui eram atendidos pela filial de São José do Rio Preto, desde 1995, e a partir de 2004, pela filial de Araçatuba.
  Outros postos deverão ser inaugurados ainda este mês, como o de Casa Branca (13/03) e General Salgado (15/03).
  "A solução mais imediata e eficiente, é o cooperativismo"
  Cooperados e não cooperados foram unânimes quanto aos benefícios que a Coopercitrus irá proporcionar a comunidade agrícola de Birigui e região, ao instituir atividades na cidade. Segundo o cooperado Renato Zonta, produtor de grãos e associado à Coopercitrus desde 2004, o atendimento se tornou mais cômodo. "Antes, tínhamos de nos deslocar até Araçatuba, mas agora sentimos que a cooperativa está mais próxima da gente", ponderou. "O ano passado foi um dos períodos mais difíceis que a agricultura enfrentou. Para nós, a solução mais eficaz para somar forças e enfrentar as dificuldades, é o cooperativismo", comemorou o cooperado.
  Para aqueles que não eram cooperados, a oportunidade de se associarem se tornou mais viável. O produtor não associado, Amilton Fiorutti, conheceu mais sobre a cooperativa e agora está esperançoso quanto à possibilidade de se tornar cooperado. "Conhecendo toda esta imensidão da Coopercitrus, podemos ter a certeza de que haverá muitos benefícios e vantagens com os quais poderemos contar, com toda a credibilidade e segurança", acrescentou.

 

 

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