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Saiu Na Imprensa
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Procon Bebedouro informa sobre o fim das sacolas plásticas
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16/2/2012 - A polêmica sobre o fim das sacolas plásticas descartáveis pelos supermercados gerou muitas dúvidas aos consumidores, principalmente no tocante à condução dos produtos até o carro. Para amenizar esse problema, a Fundação Procon/SP, o Ministério Público e a Apas (Associação Paulista de Supermercados) assinaram termo de compromisso em defesa do consumidor e do meio ambiente.
O acordo prevê que por 60 dias - desde o dia 3 de fevereiro, quando teve início o prazo para desagregação da cultura do uso das sacolinhas - os supermercados devem atentar para as seguintes questões:
- Os consumidores que forem às compras sem as sacolas reutilizáveis terão direito a embalagens gratuitas adequadas e compatíveis com os produtos adquiridos, visando ao acondicionamento e ao transporte das mercadorias.
- Todas as lojas devem oferecer uma alternativa de sacolas reutilizáveis, com preço máximo de R$ 0,59.
- Por um ano, os operadores de caixa dos supermercados devem informar verbalmente os consumidores, antes de passar os produtos pelo caixa, que as sacolas descartáveis não mais são mais fornecidas, para não serem surpreendidos.
- Em 15 de março, Dia do Consumidor, haverá distribuição gratuita de uma sacola reutilizável para o consumidor adquirir pelo menos cinco itens. Essa sacola poderá ser trocada pelo consumidor no prazo de até seis meses, gratuitamente, se estiver danificada.
O diretor do Procon de Bebedouro, Marcelo Coelho, observa que o objetivo das mudanças é estimular os consumidores a hábitos sustentáveis, em benefício do meio ambiente.
Os supermercados de Bebedouro, associados à Apas, são: Savegnago (lojas 1 e 2), Minimercado 2 A, Sesé e Laranjão.
O Procon atende de segunda a sexta-feira, das 11h às 16h, para o “registro de reclamações dos consumidores que constatarem que o acordo não vem sendo cumprido, para que as medidas necessárias sejam tomadas”, disse Marcelo.
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Ailson e João Leão vencem na Baliza e no Tambor em Ribeirão Preto
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Cavaleiros do JL Treinamentos trabalham com eficiência na 2ª Etapa do XX Campeonato do Núcleo Quarto de Milha de Ribeirão Preto
No último final de semana, os Irmãos Leão estiveram presentes a 2ª Etapa do XX Campeonato do Núcleo Quarto de Milha de Ribeirão Preto (NQM-RP). A prova de Baliza e Tambor aconteceu no recinto de exposições da bela cidade paulista. Confira os resultados:
Em Seis Balizas Cavalo Iniciante, João Leão venceu com Speedy Walker AGR (Johnnie Walker Bold x ST Speedy), 22s228. O mesmo conjunto ainda ficou em 11º na categoria Exibição.
No Tambor, foi a vez de Ailson Leão puxar o galope da vitória. Ele ganhou a Exibição com Miss Safari Roma (West Safari x Bala Jay Sugar FG), 17s924. João não se intimidou e também andou bem nessa categoria, terminando na 5ª colocação com Tiger Cody (Hobby Top Cody x Immensity da JA), 18s093.
Em Três Tambores Cavalo Iniciante, João Leão e Speedy Walker voltaram a ficar entre os melhores. Com 18s673, o conjunto ficou na 9ª posição.
Já na Aberta Light, Ailson Leão e Miss Safari voltaram a incomodar os adversários. Com uma bela passada e o tempo de 18s044, eles ficaram na 2ª colocação, confirmando o bom entrosamento. E não foi só. A dupla ainda fez o 6º melhor tempo da Aberta Júnior, 18s093.
Para encerrar o excelente desempenho da equipe JL em Ribeirão Preto, João Leão e Tiger Cody andaram forte na Aberta Sênior. Com 18s086, eles ficaram na 7ª posição.
“A segunda prova do ano foi maravilhosa para nós. Nossa tropa novamente respondeu bem e conseguimos andar na frente”, disse Ailson. “Nosso objetivo se mantém firme: ficar sempre entre os 10 melhores nas provas aonde vamos”.
Outras informações em www.jltreinamentos.com.br.
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Mercado asiático alavanca exportação de tabaco brasileiro em 2011
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Fevereiro de 2012 - Se em 2010 a exportação brasileira de tabaco teve queda, em 2011, mesmo com as dificuldades cambiais, o produto superou expectativas e subiu 5,86% (em US$) e 7,35% considerando o volume exportado em comparação com o ano anterior. Segundo dados oficiais da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (SECEX/MDIC), em 2011 foram embarcadas 541 mil toneladas, um total de US$ 2,89 bilhões em divisas. O volume embarcado em 2010 foi de 503 mil toneladas e US$ 2,73 bilhões.
De acordo com pesquisa da PriceWaterhouseCoopers, encomendada pelo SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco) e divulgada em março de 2011, a expectativa era de uma variação estável (de -2,0% a 2,0%) no volume e uma redução ou desaceleração leve (de -2,1% a -6,0%) em dólares embarcados. “O cenário, entretanto, foi de aumento, impulsionado principalmente pelos mercados asiáticos. Países como China, Indonésia, Filipinas e Coréia do Sul importaram cerca de US$ 130 milhões a mais que em 2010”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.
Assim como no tabaco, as exportações do Brasil para os países asiáticos foram as que mais cresceram. Somente a China rendeu US$ 16,51 bilhões em divisas ao País, segundo dados da SECEX/MDIC. Deste montante, US$ 380 milhões são provenientes da exportação de tabaco, colocando os chineses no primeiro lugar do ranking de importação do produto brasileiro.
Atualmente, 85% do tabaco produzido no Brasil é exportado. A União Europeia continua sendo o principal destino do tabaco brasileiro (40%), seguida pelo Extremo Oriente (28%), e da América do Norte e Leste Europeu, ambos com 10%. “O Brasil lidera o ranking mundial de exportação desde 1993. Vamos continuar trabalhando para oferecer qualidade e integridade do produto aos nossos clientes. Além disso, é preciso dizer que o setor vem desenvolvendo cada vez mais as boas práticas agrícolas, no que se refere também à responsabilidade social e ambiental, aspectos que podem ser diferencial junto aos clientes”, afirma o executivo.
PARTICIPAÇÃO DO TABACO NO TOTAL DAS EXPORTAÇÕES
Fonte: SECEX/MDIC, 2011
Santa Catarina – 9,9%
Rio Grande do Sul – 9,8%
Região Sul – 6,3%
Brasil – 1,15%
PAÍSES IMPORTADORES DE TABACO (acima de US$ 100 milhões)
Fonte: SECEX/MDIC, 2011
1º China – US$ 380 milhões
2º Bélgica – US$ 359,6 milhões
3º EUA – US$ 276,8 milhões
4º Holanda – US$ 199 milhões
5º Rússia – US$ 190,5 milhões
6º Alemanha – US$ 168,7 milhões
7º Indonésia – US$ 134,9 milhões
8º Polônia – US$ 100,7 milhões
PRINCIPAIS MERCADOS
Fonte: SECEX/MDIC, 2011
União Europeia (US$ 1,18 bilhão)
Extremo Oriente (US$ 832,8 milhões)
América do Norte (US$ 288,4 milhões)
Leste Europeu (US$ 282,3 milhões)
África/Oriente Médio (US$ 195,2 milhões)
América Latina (US$ 156,7 milhões)
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