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Saiu Na Imprensa
 Dow AgroSciences é homenageada em evento de 10 anos do Programa Semeando
 Roberto Simões (FAEMG), Eduardo Bastos (Dow AgroScienes) e Antônio Neves (SENAR MINAS)
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A Dow AgroSciences foi homenageada no evento que celebrou os 10 anos do Programa Semeando. A comemoração aconteceu no dia 30 de novembro em Nova Lima, Minas Gerais e reuniu cerca de 500 pessoas, entre alunos, professores e diretores das escolas, familiares, dirigentes e técnicos do Sistema FAEMG. Na ocasião, empresas que apoiam o Programa, entre elas a Dow Agrosciences, receberam placas de agradecimento pela parceria.
O Programa Semeando tem como objetivo contribuir para a formação ambiental dos estudantes, a partir da compreensão da estreita relação existente entre os meios urbano e rural e dos valores da cidadania, da preservação e da utilização racional dos recursos naturais. Ele é realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas (SENAR MINAS), pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) e pelo Sindicato dos Produtores Rurais.
“Para nós é uma honra receber esse prêmio pela parceria em um programa tão importante como o Semeando, que há 10 anos mostra às crianças e jovens os valores, a cultura e o papel da agricultura no contexto nacional. Trabalhamos para que elas entendam como o agronegócio pode gerar melhor qualidade de vida com preservação e equilíbrio ambiental”, diz Eduardo Bastos, relações institucionais da Dow AgroSciences.

Sobre a Dow AgroSciences
• A Dow AgroSciences LLC, com base em Indianapolis, Estado de Indiana, nos Estados Unidos, é uma empresa de primeira linha de produtos para a agricultura, oferecendo soluções agroquímicas e biotecnológicas inovadoras em todo o mundo. A empresa, subsidiária em caráter integral da The Dow ChemicalCompany, tem volume de vendas de US$ 4,5 bilhões por ano.
Mais informações estão disponíveis no site www.dowagro.com.
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 Supermercados vão reduzir em 40%
o uso de sacolas plásticas até 2015
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Dando continuidade à sua política de sustentabilidade e incentivo ao consumo consciente, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anuncia a meta de reduzir em 40% o uso de sacolas plásticas nos supermercados de todo o país até 2015. O objetivo da entidade é atingir 30% de redução até 2013. A iniciativa faz parte do Plano Abras de Ação Sustentável, que engloba diversas ações setoriais, em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e que visam à promoção da sustentabilidade e do consumo consciente. Entre as ações do Plano, além daquelas específicas sobre sacolas, estão o desenvolvimento do Manual de Condutas do Setor e a intensificação da redução do uso de gases que causam o efeito estufa (HCFC).
"O problema das sacolas plásticas faz parte de uma discussão mais ampla a respeito da própria relação entre sociedade e meio ambiente. A Abras se propõe a ser parte da solução deste problema e também ser multiplicadora do consumo consciente. Vamos fazer a nossa parte. No entanto, para que isso aconteça, é preciso que o Poder Público também faça a sua parte. Primeiro, criando uma lei federal única para disciplinar a utilização das sacolinhas - assim, impedindo a multiplicação de leis estaduais e municipais que vêm mais para confundir e impossibilitam qualquer aplicação prática. Segundo, criando ações efetivas para aprimorar a coleta seletiva e a reciclagem", defende Sussumu Honda, presidente da Abras.
Sobre o assunto, institucionalmente, a Associação Brasileira de Supermercados defende:
• Redução do uso de sacolas plásticas, por meio do consumo consciente e do uso de sacolas retornáveis;
• Eliminação da distribuição gratuita de sacolas plásticas ou de qualquer material, desde que não prejudique o consumidor e as relações de consumo/comércio;
• Ampliação das ações de conscientização do consumidor para o uso correto das sacolas;
• Criação de lei para eliminar a distribuição gratuita em nível federal;
• Criação de ações do Poder Público para melhorar a coleta seletiva - evitando o
uso da sacolinha no lixo.
A entidade que engloba o setor supermercadista não apoia:
• Leis municipais e estaduais que disciplinam a utilização de sacolas plásticas;
• Imposição de um tipo de sacola, de uma só tecnologia, para ser utilizada em determinada localidade (sem a devida comprovação científica);
• Eliminação das sacolas sem a devida conscientização do consumidor (seria um desserviço aos clientes).
Para atingir o objetivo, a Abras vai promover diversas ações setoriais. Estão previstas a criação de um sistema de mensuração - por empresa - para acompanhar o cumprimento das metas de redução no uso das sacolas e a elaboração de um Manual de Ações de Boas Práticas no Ponto de Venda (PDV), para conscientização de funcionários e consumidores sobre os benefícios da diminuição. A ideia é contar com o apoio de entidades não-governamentais e alcançar a totalidade das empresas do setor supermercadista.
Será criada também uma ampla Campanha Publicitária Abras, com outdoors, anúncios de encarte, cartazes no PDV etc., aberta para adesão voluntária das empresas. A Abras também vai premiar os cases de sucesso na redução do consumo de sacolas com o Prêmio Abras Sustentabilidade, além de divulgar, por meio dos cursos operacionais da Escola Nacional de Supermercados, as boas práticas no uso das sacolinhas em todas as 27 estaduais da entidade.
"A sustentabilidade é um tema muito importante para os supermercados. Temos trabalhado nesse assunto com afinco. Desde 2007, a Abras vem realizando diversos fóruns para discutir o tema varejo sustentável em todo o Brasil. Além disso, incentivamos as redes supermercadistas a criar suas próprias campanhas de redução do uso de sacolas plásticas e de conscientização de funcionários e consumidores", completa Sussumu Honda. (Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)
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 Brasil: primeiro mundo na citricultura
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Como maior produtor de citros no mundo, o Brasil é referência em várias tecnologias voltadas para esse segmento, com destaque para a produção de mudas cítricas e a implementação de técnicas otimizadas para a sanidade das plantas.
Vários países buscam profissionais brasileiros para aprimorar o desempenho da citricultura e evitar a disseminação de doenças, principalmente, o greening, considerada a doença mais séria de citros no mundo.
Para representar o Brasil e informar os principais avanços no cultivo de mudas e manejo de doenças, dois profissionais da Citrograf, uma das principais empresas produtoras de mudas cítricas no país, foram convidados para participar de dois eventos internacionais em dezembro.
O presidente da Citrograf, César Graf, é presença confirmada no Primeiro Congresso Latinoamericano de Citricultura, que será realizado na Colômbia, nos dias 1 e 2 de dezembro. O assunto em pauta será a produção e proteção em viveiros de citros.
No dia 2 de dezembro, o gerente de produção da empresa, Rafael Oliveira será um dos palestrantes da 4ª Semana Internacional da Citricultura, no México. Oliveira abordará o manejo de pragas em viveiros protegidos e medidas fundamentais para a detecção e controle, especialmente do greening.
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 A Citrograf e a participação em eventos
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Fundada em 1968, a Citrograf é responsável pela produção anual de mais de um milhão de mudas e conta com uma equipe de 120 pessoas, responsáveis por viveiros em Rio Claro, Conchal e Ipeúna.
Somente este ano, a Citrograf foi convidada para ministrar palestras em países como México, Cuba e Colômbia, além de divulgar para todo o Brasil as tecnologias empregadas no Estado de São Paulo, com participações em congressos e seminários no Rio Grande do Sul, Paraíba, Bahia e Sergipe.
No início de dezembro, a empresa irá representar o país em mais dois eventos importantes para o setor: o Primeiro Congresso Latinoamericano de Citricultura, na Colômbia e na 4ª Semana Internacional da Citricultura, no México.
Segundo César Graf, presidente da Citrograf, um dos temas centrais de discussão é o papel dos viveiristas no controle do greening e a evolução dos viveiros nos últimos 13 anos, desde a construção do primeiro viveiro protegido no Estado de São Paulo em 1997. Em discussão, estarão ainda as mudanças, dificuldades, resultados e desafios no manejo da doença. Para Graf, o maior desafio é garantir as qualidades fitossanitária e genética às mudas, atendendo às expectativas dos produtores para manter a competitividade no mercado. “Isso é possível a partir de investimentos em estrutura, treinamento operacional e utilização de material genético sadio e de alta produtividade”, explica.
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 Viveiros telados
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A produção de mudas em viveiros telados se tornou lei no Estado de São Paulo, em 2003, como forma de proteger os viveiros da Clorose Variegada do Citros, conhecida como CVC. A medida rendeu resultados imediatos no controle da doença, além de diminuir a incidência de Phytophthora, causador da gomose e de pragas do solo.
Com os viveiros telados, o setor já estava adaptado para uma das medidas de prevenção da doença, que é a utilização de mudas sadias, quando o greening chegou ao Brasil em 2004.
O Estado de São Paulo é o maior produtor de mudas do Brasil e um dos maiores do mundo; mantém 481 viveiros protegidos - responsáveis pela produção de mais de 21 milhões de mudas por ano.
(Fonte:Com Texto Comunicação Corporativa)
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