Tel:3343.3877/3343.3222


Tel:3342.2700


31/07/10

Bem-vindo ao Stilo Rural

"Tudo que é bom, dura o necessário para que seja inesquecivel"  

(Autor Desconhecido)

 

Home
Notícias
Editorial
Tirando Dúvidas
Agenda
Pecuária
Política Rural
Agricultura/Fruticultura
Saiu na Imprensa
Segurança
Meio Ambiente
Suíno/Ovinocultura
Histórias
Stilo Social
Causo
Piada do Campo
Receita da Fazenda
Pensamento
Fatos Marcantes
Negocios
Opinião
 
 
Expediente/Contato
 
 
 
 

Política Rural

Aldo Rebelo e o Código Florestal na reta final

      

        Reunindo um grande publico no salão do Bebedouro Shopping, dentre representantes de sindicatos rurais, usineiros, produtores, a presidente da ABAG Mônica Bergamaschi (Ribeirão Preto), vice-presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) Fabio Salles Meirelles Filho, representantes da FAESP (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de S.Paulo) Leni Pereira Santana diretor-secretário e Cláudio Silveira Brisolara chefe do Departamento Econômico para o encontro com o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB) que explanou sobre todas as mudanças da nova lei sobre o Código Florestal , aprovado mas após as eleições, será colocado em final de votação e várias emendas e mudanças sugeridas que poderão ser incluídas.
      A Comissão foi instalada em julho/2009 encerrando o trabalho em julho/2010, onde foram realizadas 64 audiências públicas, além de dezenas de audiências privadas, vista em 18 estados, capitais e cidades do interior. Foram ouvidos desde organizações não governamentais nacionais e estrangeiras, a universidades, órgãos ambientais do governo federal, governo estadual, Embrapa e produtores. Foram ouvidas mais de 600 pessoas em todas as matérias relacionadas ao Código.
      Para Cláudio Brisolara (FAESP), “houve sim um avanço considerável através desse substitutivo mas poderíamos melhora-lo para atender as demandas dos produtores. Ainda há tempo para sugerir alguns itens e como o processo vai ainda a plenário no congresso, receberá algumas reformulações.” Para Brisolara, “é preciso ser discutido um pouco mais os limites que foram estabelecidos para a área de preservação permanente, a questão da composição, os prazos e também a definição de incentivos e pagamentos para serviços ambientais aos produtores que mantiverem as reservas naturais”.
      Aldo Rebelo deixa claro que “a legislação atual é resultado de medidas provisórias, resoluções, instruções normativas que nunca foram discutidas no Congresso. Deixou na ilegalidade 90% das propriedades do país, da agricultura familiar até os grandes proprietários, isso causa naturalmente um grave problema porque se tem, toda uma atividade importante para o país, na ilegalidade. O governo tentou consertar com o Decreto que dá um prazo de hum ano para regularização mas não deixou muitas alternativas. O que tentamos fazer com nosso projeto, foi exatamente compatibilizar a proteção do meio ambiente com medidas mais adequadas do que a da legislação atual e, ao mesmo tempo, permitir a regularização da propriedade. Acho que chegamos perto do equilíbrio necessário entre as duas necessidades: a proteção ambiental e a atividade da agricultura e da pecuária.
      Pontos importantes que Rebelo salienta é sobre a moratória , “suspende-se por 5 anos a abertura de novas áreas para a agricultura e a pecuária e durante esse período se faz o zoneamento econômico e ecológico, com isso se permite distinguir qual a área que pode ser ocupada sem degradação e qual a área que não pode”. Outra medida importante é a do “inventário” porque o governo não tem controle das áreas de vegetação nativa das propriedades particulares. “É preciso que uma lei defina exatamente como regularizar essas propriedades porque senão vamos ter um caos na agricultura de todo país”, diz Rebelo.
      Dando ênfase a todo esse trabalho, Fabio Salles Meirelles Filho (CNA), também deixou claro que é preciso fazer um retrospecto, que desde o descobrimento do Brasil, as coisas começaram daqui para o Amazonas, não de lá pra cá, “a realidade do país é outra, a amostragem das coisas são outras.
      Precisamos cobrar todas as questões políticas de todos, seja vereador, prefeito e governadores senão o que fizemos para buscar dados, vai estar perdido e mais uma vez vamos pagar a conta porque até agora não discutimos a renda do produtor. É preciso obedecer as regras a nível de país, não só de São Paulo.”
      Para Jose Osvaldo Junqueira Franco, presidente do Sindicato Rural de Bebedouro, que promoveu esse grande evento, ele considera que “esse encontro foi muito bom e conseguimos trazer pessoas de varias regiões do Estado de S Paulo ate de Minas Gerais para ouvir a historia lúcida, esclarecida e corajosa do deputado Aldo Rebelo. O primeiro passo de alteração do Código Florestal, foi dado quando aprovado na Comissão Especial o Relatório do deputado Aldo Rebelo mas agora nossa tarefa é muito maior : mobilizar os produtores, a sociedade de um modo geral para que essa reforma seja aprovada no Congresso Nacional”.

 

                                                                              

Confira

Edição 30.06.10
Edição 31.05.10
Edição 10.02.10
Edição 05.02.09
Edição 15.06.08
Edição 06.06.08
Edição 15.01.08
Edição 15.12.07
Edição 15.11.07
Edição 15.10.07
Edição 15.09.07
Edição 15.08.07
Edição 15.07.07
Edição 15.06.07

 Home Notícias Editorial Tirando Dúvidas Agenda Pecuária Política Rural Agricultura Saiu na Imprensa Segurança
Meio Ambiente
Suino/Ovinocultura Histórias Stilo Social Causo Piada do Campo Receita da Fazenda Pensamento Negocios Opinião Expediente/Contato

 

visualização 800x600 © copyright 2007.