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20/01/2010

Bem-vindo ao Stilo Rural

"Tudo que é bom, dura o necessário para que seja inesquecivel" 

(autor desconhecido)

   
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Curiosidades

 

“Nativos, Imigrantes, voyeurs e refugiados digitais”

 

    

        A informática hoje tem um papel fundamental na vida da maioria das pessoas. Luciano Pitelli, administrador de empresas considera uma ferramenta extraordinária para tirar, analisar, controlar resultados para se chegar nos objetivos das empresas. De outro lado, o contato, a comunicação efetiva através da tecnologia da informação digital.  

        Apesar de varias discussões na classificação de usuários,  Pitelli diz que tem 4 classificação básica: “refugiados” os que ignoram e negam a informática, não conhecem e nem querem conhecer, não dando a mínima atenção ao assunto; “voyeurs” que conhecem mas não querem usar, “imigrantes” que são da nossa geração e querem conhecer o mundo digital inteirando-se, querendo saber usar essas ferramentas mas não faz parte da nossa vida, tentamos utilizá-la tentando adequá-la para

 

o nosso modo de tirar resultados e os “nativos digitais” que são as pessoas mais novas com fácil acesso ao celular, controle remoto de tv , a internet, como um fato do dia a dia. Para o nativo digital é comum conectar um jogo em rede conectado com mais de 200/500 mil usuários ao mesmo tempo”.
                Para esses nativos digitais é muito fácil  porque os conceitos de desenvolvimento de software acabam chegando para eles muito antes . Nenhuma novidade um botão power, botão play, e vão procurar os desenhos relacionados a esses botões, ficando no subconsciente, conseguem utilizar muito rapidamente no dia a dia deles.
                Como exemplo o jogo da “colheita feliz” no orkut, que é a coqueluche da hora e os usuários utilizam onde outros usuários participam interagindo. Para os nativos digitais é tudo muito mais fácil do que o imigrante digital que resolve também participar integrando esse monte de gente, varias pessoas em todo o mundo, é muito difícil tecnologicamente. “Há 5/6 anos atrás, era muito difícil você pensar que estaria jogando com alguém do outro lado do mundo online no computador”.
                Quanto ao twitter mais difícil e profissional, onde tem-se que resumir um recado ate 140 caracteres, informações essenciais e não agrada muito o nativo digital mas esta ai a principal diferença. Não é porque você não tem mais tecnologia e esta incluso no imigrante digital, que você tem mais ou menos inteligência para trabalhar. O importante é tirar bom proveito das ferramentas e rentabilidade para que a empresa possa trabalhar.
                O msn , emails , orkut independente da idade, consegue a comunicação no uso  das ferramentas, as pessoas se aproximam ou se reencontram em distancias e lugares indeterminados. “As ferramentas são fantásticas sim”, diz Pitelli “mas devem ser usadas racionalmente pessoal ou profissional”.
                Quanto a mulher no mundo digital, ela leva certa vantagem diante do homem porque ela por natureza é multitarefa (em casa ela cozinha, vê televisão, passa roupas, olhando as crianças) enquanto o homem em casa, se senta para ver televisão só vai ver televisão.
                E essa geração dos nativos digitais também hoje conseguem fazer essa multitarefa , “eles preferem ler um livro no computador, ao mesmo tempo o msn ta ligado, ouvindo musica, expressando suas opiniões através da internet”, afirma Pitelli.
                Como o mundo real a internet também tem os locais proibidos de qualquer assunto, que não deveriam ser acessados como assassinatos, fotos impactantes, seitas ou credos que não são ideais para a cultura das nossas crianças, sem falar nos crimes digitais, a pedofilia , são muitos cuidados que os pais devem ter na formação desse nativo digital.


 

 

Estrutura da Embrapa é modelo para instituição agrícola angolana

  Responsável pelo projeto que dará um novo desenho à estrutura de pesquisa agropecuária de Angola, na África, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),vinculada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), integra a missão multisetorial  realizada em Luanda dia 2.
  Embora não esteja na pauta de discussão o trabalho à reestruturação do Instituto de Investigação Agronômica de Angola, do qual trata o programa coordenado pela Embrapa, o tema terá sua importância enfatizada na reunião, que tem como objetivo definir prioridades à 7ª reunião da Comissão Mista Brasil-Angola (Comista), agendada para o mês de março.
  Segundo o pesquisador Antônio Prado (foto), da Assessoria de Relações Internacionais (ARI), a intenção é reforçar a posição já assumida: atuar fortemente no projeto sob a coordenação da estatal brasileira e de responsabilidade do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Angola (Minader), para o qual há investimento do governo angolano de US$ 7,3 milhões, a serem aplicados na criação de 14 centros de pesquisa.
  Distribuídos em regiões estratégicas, essas unidades do instituto angolano terão o modelo semelhante ao da Embrapa. Para quatro deles estão definidos os produtos e a localização: milho e feijão na Estação Experimental Agrícola de Chianga, em Huambo; mandioca, batata doce e amendoim na Estação Experimental de Malange, a seis quilômetros de Malange; caprinos e ovinos na Estação Zootécnica do Lay; gado de leite na região de Kwanza.
  Integrante da missão, Antônio Prado diz que na reunião, entre os dias 2 e 7 de fevereiro, ocorrerá a fase preparatória à Comista quanto a pauta à agricultura.
  “O projeto para reestruturação do instituto é um marco e, qualquer outra proposta a ser adicionada e levada à Comista deverá convergir com esse trabalho”, observa Prado ao destacar o peso do programa, iniciado no final de 2008 e com duração até 2013.
  Da reunião preparatória à Comista também participam representantes de instituições e organizações de extensão rural, entre elas a Emater/DF e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além do Mapa. Ainda sem data estabelecida, a 7ª Comista, organizada pela Agência Brasileira
de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), será realizada em Luanda .
 
(Fonte: Deva Rodrigues (MTb/RS 5297)

 

 

 

Algas Marinhas invadem para na China

 

 

Mandioca açucarada para produção de etanol é novidade em exposição‏
 

    A mandioca açucarada para produção de etanol é uma das novidades apresentadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa durante a Expowec 2008 – Exposição Tecnológica Mundial, que acontece de 2 a 6 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, DF.

    A Empresa está representada no evento por duas de suas 41 unidades de pesquisa – Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Embrapa Agroenergia, ambas localizadas em Brasília - e vai mostrar as pesquisas desenvolvidas com várias culturas agrícolas como fontes alternativas para produção de energia renovável.
    As variedades de mandioca são naturalmente açucaradas e foram coletadas pelo pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Luiz Joaquim Castelo Branco Carvalho e sua equipe na Amazônia na década de 90.
    A realização de testes bioquímicos e genéticos levou à identificação de genes e características responsáveis pelas mutações naturais que podem beneficiar diversos setores da indústria. “Os programas de melhoramento de mandioca no Brasil são orientados, em grande parte, para a produção de farinha e fécula. As novas variedades podem diversificar o mercado de derivados da mandioca em uso comercial na atualidade”, afirma o pesquisador.
    Uma das características identificadas pela Embrapa é o alto teor de glicose, que pode ser altamente positivo para a produção de etanol, já que dispensa a necessidade de hidrólise utilizada no processo convencional. “Para produzir o combustível a partir da mandioca é preciso hidrolisar o amido que está no tubérculo e esse processo é dispendioso tanto em termos financeiros como energéticos”, afirma Castelo.
    As variedades pesquisadas pela Embrapa possuem açúcar na raiz ao invés de amido e, por isso, podem levar a uma redução de mais de 25% no custo energético do processo final de obtenção de etanol.
 

            Conhecimento tradicional aliado à moderna biotecnologia

    A chave para diversificar o mercado da mandioca e aumentar as vantagens econômicas e sociais dos pequenos produtores, responsáveis por grande parte da produção desse alimento no Brasil, está na integração entre o conhecimento tradicional e as modernas ferramentas biotecnológicas desenvolvidas pela ciência. Segundo Castelo, a genômica funcional tem permitido identificar novos genes diretamente da biodiversidade a partir de mutações espontâneas.
    Atualmente, as características de interesse estão sendo transferidas para variedades comerciais por técnicas de melhoramento genético convencional e utilizadas para incrementar os estudos genômicos e o conhecimento sobre a funcionalidade das mutações naturais nas variedades de mandioca açucarada, em parceria com outras unidades da Embrapa: a Embrapa Cerrados e a Embrapa Agroenergia, também localizadas em Brasília, e a Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, em Cruz das Almas, BA.

(Fonte: Embrapa/Fernanda Diniz)

   
   

 

 

Pinhão-Manso : Secretaria começa a produzir sementes
 

  A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes de sua Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (DSMM/Cati) começa a disponibilizar sementes de pinhão-manso para venda aos interessados em iniciar seus plantios.

  “A Secretaria está dando a sua contribuição para que melhor se conheça essa planta e que a sua propagação seja feita com segurança e dentro da legislação de sementes”, afirma o engenheiro agrônomo, diretor do DSMM, Armando Portas.
  Também conhecido como pinhão-paraguaio ou pinhão-de-purga, o manso é uma planta nativa da América do Sul que produz óleo não-comestível, cujo diferencial é não emitir fumaça durante a combustão. No Brasil, ele sempre esteve associado à produção de sabões, ao uso como purgante para animais, cerca viva e, ocasionalmente, como fonte de energia luminosa. Agora, é uma das oleaginosas que estão sendo avaliadas para a produção de biodiesel.
  “Nos tempos atuais, em que a toda a bioenergia é bem-vinda, o pinhão-manso pode passar a ter papel de destaque na composição das matérias-primas para a obtenção do biodiesel”, afirma o engenheiro agrônomo Dilson Rodrigues Cáceres, do DSMM, autor da publicação "Cati Responde 59: Pinhão-Manso", com informações sucintas sobre essa antiga planta que vem se transformando em uma nova cultura.
  Há alguns anos os técnicos do DSMM têm coletado sementes dessa espécie e formado bancos de plantas em diversas das suas unidades produtoras. Os plantios, hoje, estão em regiões bem distintas – Tietê, São Bento do Sapucaí, Marília e, em uma área maior na unidade de Águas de Santa Bárbara, onde estão sendo colhidas sementes que poderão ser comercializadas, com a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
  “Elas podem ser consideradas sementes na acepção da palavra: têm origem, qualidade fisiológica determinada e são multiplicadas por produtor de sementes credenciado (o DSMM)”, complementa o agrônomo. As sementes têm 99,9% de pureza (colhidas e escolhidas à mão); 80% de germinação; 5,8% de umidade e o peso de mil delas é de 670,85 gramas. A colheita foi feita em janeiro e fevereiro deste ano.
  As sementes foram embaladas e estão armazenadas no Núcleo de Produção de Sementes "Ataliba Leonel", do DSMM, em Manduri. Estão à venda em sacos de quatro quilos, por R$ 160. As encomendas podem ser feitas nas diversas unidades do DSMM (endereços no site www.cati.sp.gov.br).
  Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Produção de Sementes de Águas de Santa Bárbara (14 3765-1158/1060 ou email npsas@cati.sp.gov.br). (Fonte: DSMM)

CONTATO:
Assessoria de Comunicação da Secretaria
Tel.: 11 5067-0069
Euzi Dognani/Adriana Rota
http://www.agricultura.sp.gov.br/

 

 

CPFL Energia constrói maior cisterna do interior do estado para reaproveitamento de águas pluviais

Capacidade de armazenamento do reservatório atinge quase 200 m³ de água da chuva

 

  Uma cisterna com capacidade para armazenar 196,9 m³ de água começou a ser construída na segunda-feira (18/02) na sede da CPFL Energia, em Campinas, interior paulista, distante 100 km de São Paulo. A obra, considerada a maior do interior do estado, vai coletar a água da chuva que será

reaproveitada para várias finalidades como limpeza e rega de jardim, e ficará pronta em quatro meses.

  O projeto integra as diretrizes de sustentabilidade da empresa, que se empenha na busca de soluções de baixo, ou nenhum, impacto ao meio ambiente. “A água da chuva será captada dos telhados que cobrem uma área de 3.400 m², de dois prédios da empresa”, explica Lúcio Esteves Jr., gerente do Departamento de Infra-Estrutura Administrativa da CPFL Energia. Toda água captada será filtrada antes de ser armazenada.Segundo estudos realizados pela empresa, a cisterna proporcionará uma redução média no consumo de 1.440 m³ de água ao ano, o

que corresponde a cerca de R$ 35 mil. O custo total da obra é de R$ 237.000,00.
  A empresa tem desenvolvido outros projetos na área ambiental e mantém viveiros para produção de mudas destinadas à recomposição da mata ciliar e arborização urbana. Também possui um laboratório para reprodução de alevinos utilizados no repovoamento de rios com espécies nativas. As novas usinas da empresa, em operação ou em fase de construção, também têm o conceito de minimizar os impactos ambientais, com maior produtividade em relação à área inundada.
  Na área urbana, a CPFL Energia participa do desenvolvimento do veículo elétrico e possui, em sua frota, um automóvel Palio Weekend movido a eletricidade e quatro motocicletas elétricas.


Sobre a CPFL
  A CPFL Energia é a maior empresa privada do setor elétrico brasileiro e atua em três segmentos: distribuição, geração e comercialização de energia.
  Na distribuição atende 6,1 milhões de clientes em 569 municípios, distribuídos pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.
  Na comercialização, tem 27% do mercado livre brasileiro. Na geração, a holding controla empreendimentos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Tocantins e Minas Gerais.   A CPFL Energia é uma empresa de capital aberto desde setembro de 2004 e suas ações são negociadas no Novo Mercado da Bovespa e na Bolsa de Valores de Nova York. Seu faturamento bruto em 2006 foi de R$ 12,2 bilhões.

 

Consumo de Café no mundo

  O café ao lado da cerveja é a bebida mais popular do planeta.
  Contudo as formas de consumo são bem variadas.
  Vejamos como o café é consumido em alguns lugares do mundo:

  França: o produto na maioria das vezes, é bebido juntamente com chicória,

  Áustria: pode-se beber o produto juntamente com figos secos, sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com chantilly,

  África e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com algumas especiarias, tais como canela e cardamomo, alho ou gengibre,

  Bélgica: o produto é servido com um pequeno pedaço de chocolate , colocado no interior da xícara que será derretido quando entrar em contato com o café,

  Itália: o café expresso preto é servido em xícaras pequenas, acompanhado de tiras de limão,

  Grécia: o café é acompanhado por um copo de água gelada,

  Cuba: o café é bebido bastante forte e doce, e em um só gole,

  Sul da Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido com doces,

  Alemanha: é servido com leite condensado ou chantilly.

 

 

Tender , Chester ou Peru ?

  Lógico que as comidas comemos o dia que achamos que devemos comer, fazendo nossas ocasiões especiais mas, existem algumas comidas, que por uma estranha tradição, sem nenhum motivo forte, ficam condenadas a degustações anuais, apenas para se manter fiel a tradições: tender, chester ou o peru parece que ficaram agendadas para as festas de final de ano, seja natal ou ano novo.

  O tender, um presunto defumado, que ironicamente tem este nome apenas no Brasil, já que em seu país de origem, Estados Unidos, é conhecido como Glazed Ham ou Presunto

Caramelizado. Portanto, já vai aí uma dica. Não perca tempo procurando Tender ou Presunto Tender em livros de receita americanos.
  O Tender é conhecido entre nós por conta de seu provável lançador no Brasil, o Frigorífico Wilson, que batizou presunto defumado "para o Natal" de TenderMade. E "por tradição", só se vende Tender na época do Natal.
  E o resto do ano? O que é bom para o Natal deve ser bom para a quarta-feira ou será que não? A forma de preparo que o consagrou para as festas é aquecido no forno, espetado com cravos e servido com damascos em calda, mas existem muitas outras maneiras de prepará-lo.
  Trata-se de um presunto feito com o pernil traseiro do porco (como todos os presuntos devem ser), semi desossado, marinado por duas semanas (no método tradicional) em uma solução de água, sal, nitrato de sódio (salitre) e açúcar mascavo. Retirada desta solução, vai para a defumação lenta. Ou seja, defumação a baixa temperatura, aproximadamente de 70 graus Celsius, por longas horas.
  Enquanto defuma, além de adquirir o aroma e as propriedades conservantes naturais da defumação, ainda passa por um processo de "cozimento" que o deixa pronto para consumo imediato.


Quanto ao Chester e o Peru, qual seria o mais saudável?

  As duas aves "têm bom valor nutritivo"..
  Para compreender melhor é bom conhecer um pouco da história de ambos.

O Chester é proveniente da terra do Wisque é marca de uma ave especial, de origem escocesa que chegou ao Brasil no início da década de 80.
  Oferece uma carne tenra, macia e suculenta, com maior concentração de partes nobres.Por se encontrada com mais freqüência no final do ano, tornou-se uma tradição de natal.
    E o Peru seduziu muitos reis e rainhas. Aliás, Cristóvão Colombo conheceu o peru quando chegou à América. Ele acreditava estar chegando às Índias por um novo caminho. Por isso, o peru ficou conhecido na Itália como gallo d'Índia (ou dindio/dindo); na França, como coq d'Índe ou dinde; e na Alemanha, como calecutischerhahn, numa referência a Calcutá. Por seu excelente sabor, foi logo aceito na Europa. De tanto sucesso.  Em 1549, foi oferecido à rainha Catarina de Médicis, em Paris.
   No banquete foram servidas cem aves (70 "galinhas da Índia" e 30 "galos da Índia"). Era tão apreciado que se tornou o símbolo de alimento das grandes ocasiões. Nos Estados Unidos, o peru representou o fim da fome dos primeiros colonos ingleses que lá chegaram, e hoje é prato obrigatório na Festa de Ação de Graças. No Brasil a ave é tradicionalmente apreciada desde a época colonial e mais consumida no Natal.

 

O mercado de trabalho para as pessoas acima de 50 anos


Augusto Costa
Diretor Geral
da Manpower
 no Brasil

  A força de trabalho das pessoas com 50 anos ou mais pode estar comprometida na maioria dos países no mundo. Esta constatação foi feita por meio de uma pesquisa  que a consultoria de recursos humanos Manpower realizou em 25 países com mais de 28 mil empregadores. Apesar da ameaça iminente de uma escassez generalizada de talentos, nosso estudo constatou que poucos empregadores recrutam ou retêm os trabalhadores com idade mais avançada.

  Os resultados revelaram que somente 14% dos empregadores de todo o mundo implementam estratégias para  contratar  estes trabalhadores e apenas 21% colocam em prática os métodos para  manter estas pessoas na força de trabalho da instituição.
  A realidade nos mostra que muitos empregadores ainda não perceberam a necessidade de se levantar o percentual de sua força de trabalho que se aposentará nos próximos cinco ou dez anos. Esta ação é importante para medir o potencial intelectual e de produtividade que será perdido quando estas pessoas deixarem a empresa.
  Uma exceção são os empregadores do Japão onde 83% deles se utilizam das estratégias para reter os trabalhadores com idade avançada. Isto se deve pela questão cultural em que os japoneses valorizam os idosos e por existir um respeito muito grande pela sabedoria e experiência deles, além da legislação e programas de incentivo governamentais voltados para trabalhadores acima dos 50 anos.
  No sentido contrário, Itália e Espanha são os países em que  as empresas menos se preocupam em  manter  as pessoas com mais de 50 anos, com apenas 6%.
  No Brasil, há aproximadamente 25 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada (CLT), dos quais quase 25% possuem mais de 50 anos, segundo o IBGE. O Instituto divulgou ainda que a população brasileira acima dos 50 anos já ultrapassa os 30 milhões de pessoas, equivalente a 19% da população total.
  Outro dado relevante que constatamos com a pesquisa é que em  19 dos  25 países onde os empregadores foram entrevistados, as estratégias de retenção eram mais comuns que as de recrutamento. 
  A saída para que haja mais espaço  para os trabalhadores com idade acima dos 50 anos seria que as empresas desenvolvessem um programa especial para os executivos que estão perto de se aposentar, com horários mais flexíveis e novas funções, prestando consultoria e treinando os mais jovens, por exemplo.
  Mesmo que passe a ganhar um pouco menos, a pessoa estará altamente motivada para o trabalho, isso porque perceberá que está sendo aproveitada e disseminando seus conhecimentos.
  A maioria dos empregadores, entretanto, ainda tende a considerar a aposentadoria como uma oportunidade de reduzir custos. Isso demonstra pouca visão e põe até mesmo a empresa em risco.
  É necessário também que as companhias desenvolvam, antes que seus executivos saiam do mercado, planos de transição e de transferência de conhecimentos. Isso facilitará as mudanças e garantirá a retenção de todo o capital intelectual possível na empresa.
  A existência de legislações e programas de Governo que fomentem a participação dos trabalhadores maiores de 50 anos na força de trabalho também podem ser importantes para alteramos este quadro negativo.
  A não retenção e recrutamento de pessoas com idade mais avançada podem ocasionar impactos consideráveis nas empresas de todo o mundo.

 

EXCLUSIVO: "Casa ecológica" com bambu e raspas de pneus

 
Bambu e raspas de pneus são os ingredientes principais dos pré-moldados hoje em estudos na unidade do Sebrae na cidade de Três Rios, estado do Rio de Janeiro. A idéia é usar esta tecnologia na construção de residências - já batizadas de "casas

ecológicas", e, neste sentido, os primeiros resultados mostram-se animadores.
  "O laboratório da Universidade Federal de Juiz de Fora já comprovou a tração, flexibilidade, compressão e elasticidade das placas, o que garante a resistência do sistema", disse a AmbienteBrasil o gerente regional do Sebrae em Três Rios, Jorge Luiz Gomes de Pinho. Segundo ele, estão em andamento os testes de durabilidade e resistência ao fogo.Cinco protótipos já prontos vêm sendo utilizados como residência, centro comunitário e oficina de artesanato.
  Jorge Luiz conheceu o sistema pré-moldado em Maceió, onde vem sendo desenvolvido pelo Sebrae em Alagoas, em parceria com a ONG Instituto do Bambu. O projeto é de autoria do engenheiro Edson Sartori e dos arquitetos Rubens Cardoso e Alejandro Pereira.
  Levou a idéia para Três Rios, estimulado pelo fato de a região ter uma significativa reserva natural de bambu e a variedade local permitir o aproveitamento de todas as varas - "70% para a estrutura do pré-moldado e o restante moído, para misturar à matriz cimentícia", explica.
  O bambu ganha cada vez mais status como matéria prima benéfica à conservação ambiental. Hoje está presente em fibras têxteis e viceja como alternativa à madeira (confira no campo "notícias relacionadas", no final da matéria).
  Afora o aproveitamento do bambu - recurso renovável que seqüestra muito mais carbono que uma floresta de eucalipto, segundo Jorge Luiz -, a tecnologia em estudos no Sebrae apresenta outro ganho ambiental de peso: utiliza também raspas de pneus. Uma casa de 50 m² abarca até duas toneladas do produto reciclado, valorosa contribuição para livrar o meio ambiente de um resíduo altamente poluente.
  O Sebrae Três Rios está negociando com a Universidade Federal do Rio de Janeiro a realização dos testes de conforto térmico e acústico nas placas pré-moldadas. Para isso, será necessário construir um protótipo nas dependências da instituição de ensino, de forma a viabilizar um acompanhamento permanente, pelo prazo de um ano.
  "Os resultados que temos até o momento são empíricos, através de observações das construções já executadas aqui em Três Rios, onde se percebe nitidamente um ganho térmico em relação à construção convencional, já que a estrutura e os componentes do micro-concreto, com borracha e fibra de bambu, funcionam como um isolante térmico", explica Jorge Luiz.
  O estudo conta com o apoio da Prefeitura da cidade e da Associação Recicla Três Rios. E já atrai a atenção da iniciativa privada. "Tivemos consultas de alguns empreendedores interessados em montar pequenas unidades de fabricação", diz Jorge Luiz. Prefeituras da região também procuraram conhecer a técnica, com o objetivo de elaborar projetos para atender basicamente habitações de interesse social, remanejando moradores em áreas de risco.
  Isso porque o custo é outro atrativo marcante do sistema. A economia na construção de uma residência chega a 40% em relação aos métodos tradicionais, razão pela qual o projeto se propõe a ser uma opção em habitações populares.
  "Estamos fazendo os testes que nos fornecerão laudos, de laboratórios de Universidades reconhecidas por competência e isenção, o que nos permitirá no futuro que a CEF aceite esta como uma tecnologia segura e que o Sistema Financeiro de Habitação financie construções com esses pré-moldados", antecipou Jorge Luiz a AmbienteBrasil.
  Segundo ele, já aconteceu inclusive uma reunião com a Superintendência Regional da CEF, que se mostrou aberta a avaliar a tecnologia, após o término do período de testes. (fonte: www.ambientebrasil.com.br)

(Fonte: foto da Agência Sebrae de Notícias/ Mônica Pinto / AmbienteBrasil)

 

WWF descobre 11 novas espécies de animais e plantas no Vietnã

  Cientistas do Fundo Mundial da Vida Animal (WWF, sigla em inglês) anunciaram nesta terça-feira que descobriram 11 novos espécies de plantas e animais em regiões remotas das selvas do Vietnã.
  Em comunicado divulgado em Washington, o WWF ressaltou que a descoberta mostra a importância dos esforços de conservação nas selvas remotas vietnamitas.
  Na região conhecida como Corredor Verde, na cordilheira Annamitas, os cientistas encontraram uma serpente, cinco orquídeas, duas borboletas e outras três plantas totalmente desconhecidas.
  Outras espécies de plantas, entre elas quatro orquídeas, ainda estão sob estudo, mas também parecem ser espécies novas.
  Chris Dickinson, diretor do estudo, afirmou que na década de 90, nas mesmas selvas, haviam sido descobertas outras espécies, inclusive de grandes mamíferos. "Estas 11 podem ser só a ponta do iceberg", comentou.
  Segundo especialistas da organização, as selvas da região se mantiveram sem perturbações humanas durante milhares de anos. Por isso, constituem um habitat único para muitas espécies.
  A nova espécie de serpente apresenta uma mancha branca e amarela ao longo de todo o corpo. Ela vive principalmente junto aos riachos, se alimenta de rãs e outros pequenos animais e pode medir quase um metro de comprimento.
  Três das novas orquídeas não têm folhas, clorofila nem pigmentação verde. Outra espécie é uma planta com uma flor quase totalmente negra.
  Segundo o WWF, todas as novas espécies correm o perigo de extinção devido à poda ilegal, à caça e à extração sem controle de recursos naturais.

 

Expoflora lança rosa multicolorida no Brasil
  Processo permite pétalas de diversas cores em uma mesma flor

  Enquanto os laboratórios e pesquisadores buscam novas cores para as flores por meio de enxertos e cruzamentos de variedades, o produtor holandês Peter van de Werken conseguiu desenvolver um corante natural que garante pétalas de diferentes cores em uma mesma rosa (azul, vermelho, laranja, amarelo, verde, lilás, cor-de-rosa entre outros). No Brasil, a novidade será lançada na  26ª Expoflora, evento considerado uma vitrine para verificar a aceitação de novas flores e plantas pelos consumidores e que acontece de 30 de agosto a 23 de setembro,de

quinta-feira a domingo, das 9h às 19h, em Holambra, a 140 km da capital paulista. Na Holanda, as rosas multicoloridas foram lançadas em novembro do ano passado na Hortifair, em Amsterdam, e são chamadas de Happy Rose ou de Rainbow Roses (Rosas Alegres ou Rosas Arco-íris). No Brasil, o nome dessas curiosas rosas será escolhido por meio de sugestões do público durante o evento. Entre vendas internas e exportações Werken já vendeu 1,5 milhão de unidades.
  Graças ao processo desenvolvido pelo produtor holandês, não há limite de cores para as pétalas de uma mesma rosa. Cada pétala pode ter uma coloração diferente, com variações que vão dos tons fortes aos suaves, dos cítricos aos elegantes, dos claros aos escuros. "O segredo não está em tingir as pétalas, mas fazer com que cada uma delas tenha uma cor diferente", reforça Michel de Graaff, da importadora Hozilia Flores, de Holambra, responsável por apresentar a novidade na Expoflora.
  O processo é mantido em segredo. O importador revela, apenas, que a variedade de rosa mais usada no processo de coloração é a Vendela, de cor clara, meio creme.  As rosas são colocadas em água, onde são dissolvidas diferentes substâncias. O líquido é absorvido pelo talo da flor como parte de um processo natural, alterando a cor das pétalas. E de acordo com as substâncias dissolvidas na água, as pétalas adquirem cores diferentes: amarelo, azul, laranja, lilás, verde, rosa, vermelha etc., chegando a transformar-se em um grande leque ou arco-íris de cores. Daí um dos nomes da rosa (Rainbow). "Como o corante é natural, o tingimento das pétalas não altera o aroma das rosas", garante o importador.
  Michel de Graaff explica que a variação das cores pode ser definida pelos consumidores no momento da encomenda. "O comprador pode escolher as cores que deseja nas pétalas das flores. Os Estados Unidos e o Japão já encomendaram, por exemplo, flores com as cores das suas bandeiras. Desta forma, podemos criar uma rosa apenas com pétalas verdes e amarelas para homenagear o Brasil, se quisermos. Mas são casos específicos. A grande aceitação, mesmo, está no multicolorido das pétalas que tornam as rosas flores ainda mais alegres", explica.
  O produto que colore as pétalas das rosas não será disponibilizado para a venda no Brasil. As rosas serão importadas e vendidas já coloridas. Na Expoflora serão disponibilizadas pelo menos 5 mil unidades para venda direta ao público. As rosas multicoloridas, já na embalagem solitária, serão vendidas por R$ 15,00 a unidade durante o evento. "Essas rosas agradarão muito os consumidores brasileiros, pois o colorido das pétalas combina com a alegria e com a descontração do povo deste país", acredita Michel.
  Os cuidados de manutenção são extremamente simples. Após retirar a rosa da embalagem é preciso apenas cortar 3 cm do talo, em ângulo (com faca ou tesoura), e colocar a flor em um recipiente com água. Antes, é necessário retirar todas as folhas que possam permanecer em contato com a água para evitar as bactérias daninhas à flor. Se cuidada corretamente, a rosa multicolorida deverá ter durabilidade de até 10 dias.
Intercâmbio
  O intercâmbio entre os produtores e melhoristas holandeses e holambreses  é bastante intenso. Apenas Michel de Graaff importa 22 produtos da Holanda  para comercialização no Brasil, entre eles as flores e folhagens de corte, como allium, amaranthus, anigozanthos, astilbe, flor de cera, banksia, bouvardia, eremurus, frésia, íris, liatris, ornithogalum, protea, tulipa e zantedeschia. Para a Holanda, as exportações das novidades brasileiras deverão começar ainda este ano, principalmente de folhagens, como aspargo e palmeiras, e de flores tropicais.

Serviço:
26ª Expoflora
Data: 30 de agosto a 23 de setembro, de quinta-feira a domingo
Horário:  das 9h às 19h
Tema: Flores, essência e sonhos
Localização: Holambra, Rodovia SP-340 (Campinas-Mogi Mirim), saída 140, a 140 km de São Paulo e 40 Km de Campinas.
Na bilheteria: R$ 22,00 - crianças até 5 anos não pagam.
Informações: Fone (19) 3817-2228 ou pelo e-mail contato@expoflora.com.br

 

 

Cogumelo de 20 kg e 70 cm de altura é descoberto no México

da Folha Online
da France Presse, em Tuxtla Gutiérrez

  Um cogumelo gigante com mais de 20 kg e uma altura de 70 cm foi descoberto em uma plantação de café no estado mexicano de Chiapas, informou nesta terça-feira (10) o Colégio da Fronteira Sul (Ecosul).

  O cogumelo pertence a uma espécie que já havia sido encontrada anteriormente em Chiapas, de acordo com o curador da Coleção Micológica do Ecosul, René Andrade.
  Andrade disse que há relatos da presença desse cogumelo em países como Brasil, Costa Rica e Guatemala. Seu nome científico é Macrocybe titans pegler.
  Por ora não existem estudos que digam se a espécie é comestível ou não.

  Em 2004, cientistas suíços descobriram um fungo que abrangia uma área de 35 hectares no subsolo de uma floresta alpina e deveria ter cerca de mil anos de idade. A "trufa" gigante é comestível, mas poderia causar a morte de árvores. O fungo é conhecido como cogumelo do mel, cujo nome científico é Armillaria ostoyae. (Fonte:folha online)

 

 

Projeto patrocinado pela Petrobras resgata na Amazônia filhote de peixe-boi

  O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) receberá no próximo domingo (29) um visitante especial: um filhote órfão de peixe-boi amazônico, resgatado no início do mês em uma comunidade do Paranã do Aranapu, Médio Solimões (a 100 km de Tefé), na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.
  O resgate foi feito pela equipe do projeto "Conservação e Uso Sustentado dos Recursos Aquáticos das Matas Alagadas de Mamirauá e Anamã", do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental. A chegada do filhote a Manaus é resultado de operação conjunta do IDSM, Petrobras e IBAMA-Manaus com apoio da Aeronáutica.
  O peixe-boi é uma espécie de mamífero aquático ameaçada de extinção.
  O filhote de peixe-boi sairá de Tefé em uma aeronave da Aeronáutica.
  Para acomodá-lo durante o vôo, dois bancos do avião serão retirados. O filhote de peixe-boi viajará sobre um colchão e será mantido úmido com uma toalha sobre o dorso e constantemente será borrifado (a pele não deve secar).
  Um veterinário do IBAMA vai acompanhar o animal neste trajeto até Manaus.
  A chegada à Base Aérea de Ponta Pelada está prevista para as 14h, de onde segue direto para o Laboratório de Mamíferos Aquáticos do INPA para se recuperar dos ferimentos. O peixe-boi ficou preso acidentalmente em rede de pesca no dia 30 de junho.
  A mãe do peixe-boi não foi localizada e o animal foi levado à comunidade, onde foi colocado em um curral com tela de arame. Segundo a coordenadora de pesquisas do projeto, Miriam Marmontel, o filhote é um animal forte e saudável. "Desde que foi resgatado, ele não apresentou perda de peso." Logo depois da captura, o animal foi entregue ao grupo de resgate do IDSM. Desde então, o filhote macho foi levado para Tefé e temporariamente alojado em um tanque no Flutuante Base do Instituto Mamirauá (um lago em Tefé), onde recebe alimentação sob forma de mamadeira e plantas aquáticas da região.
  Também recebe cuidados veterinários diários, uma vez que apresenta escoriações e uma ferida de arpão no dorso. O mamífero mede 1,14 m de comprimento, pesa 37Kg e apresenta entre quatro a seis meses de idade.
  A intenção do IDSM é devolver o animal ao ambiente natural, mais precisamente ao local onde foi capturado, logo que seja considerado apto. O Instituto pretende também adaptar um cinto com transmissor de rádio à cauda do animal, para que seus movimentos e readaptação possam ser monitorados ao longo do tempo.
  A recomendação parte da experiência do Grupo de Mamíferos Aquáticos (GPMAA), do IDSM, que há 14 anos executa pesquisas com peixe-boi na área do médio Solimões. Desde 2004, o GPMAA recebe patrocínio do Projeto Petrobras Ambiental.

  Sobre o projeto

  O Grupo de Mamíferos Aquáticos estuda a biologia e ecologia de cinco espécies de mamíferos aquáticos da região (peixe-boi, boto vermelho, tucuxi, lontra e ariranha). Exemplares de peixes-boi têm sido monitorados intensamente para identificar movimentos diários e sazonais. Dessa forma, foi possível determinar pelo menos um padrão de deslocamento anual, quando deixam os lagos de várzea de Mamirauá na época em que as águas começam a baixar e refugiam-se durante o período de seca nas águas pretas e profundas do lago de terra firme do Amanã.
  Com a chegada da enchente, os peixes-boi realizam o movimento de retorno aos lagos de origem. Esse ciclo salienta a importância da manutenção de grandes áreas para preservação do peixe-boi, assim como a existência de uma variedade de ambientes, incluindo canais para deslocamento livres de ameaças.
  No passado, o peixe-boi amazônico foi vítima de uma caça comercial muito intensa que, associada a uma baixa taxa reprodutiva, levou a espécie a ser considerada ameaçada de extinção no país.  Atualmente, é protegido por três instrumentos da legislação brasileira. Entretanto, ainda existe uma pressão de caça ao longo de toda sua distribuição, principalmente direcionada para subsistência.

  Incentivo

 O Programa Petrobras Ambiental tem o objetivo de ampliar o apoio a iniciativas da sociedade civil, através de projetos voltados ao tema "Água: Corpos D´Água Doce e Mar, incluindo a sua biodiversidade". Essas ações, em parcerias com ONGs, universidades e entidades sindicais, são voltadas à preservação de bacias hidrográficas, ecossistemas e paisagens, envolvendo aproximadamente cinco mil espécies da fauna e flora brasileiras.

  IDSM

  O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá é uma Organização Social (OS), supervisionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Criado em 1999, sua missão é promover a conservação da biodiversidade mediante o manejo participativo e sustentável de recursos naturais. Tem o apoio do governo do Estado do Amazonas, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), do Wildlife Conservation Society/Fundação Gordon Moore, do programa inglês Darwin Initiative, do Zoological Society of London (ZSL) e da Petrobras.

 

 

 

Flagrante na Natureza

 foto Silvia Coelho Mattos

 

 

Balanças desenvolvem novos mercados no Brasil

  O mercado de balanças no Brasil está evoluindo cada vez mais em setores que passam longe do uso pessoal ou doméstico. Por exemplo, a Plenna Balanças registrou um aumento na venda das balanças de precisão da ordem de 20% no período que antecedeu a Páscoa. A demanda veio de pequenos empresários que buscaram o produto para pesarem os ingredientes para a confecção de ovos de páscoa.

  Outros mercados, alguns inusitados, se consolidam no Brasil. Caso das artes plásticas: algumas obras-de-arte precisam da medida certa de determinados ingredientes, caso contrário, tanto o excesso quanto a escassez de algumas matérias-primas podem comprometer o trabalho do artista. Para isso, a Plenna Balanças oferece a balança Apollo. Também usada na culinária, tem graduação de um grama, podendo pesar até cinco quilos. Apresentada nas cores branca e prata, tem preço sugerido de R$ 155,00 (cento e cinqüenta e cinco reais).

  Já a balança Precisão pode ser usada em escritórios, por empresas que trabalham com recarga de cartuchos de tintas e pelos ourives, entre outros mercados. O artesão que desenvolve peças em ouro ou prata, por exemplo, precisa da balança para estabelecer seu preço. No universo corporativo, pode ser usada para pesar documentos a serem enviados via correio.Com a pesagem, a empresa já terá uma média de quanto irá gastar e uma simples troca de envelope pode significar economia.

   A balança, com graduação de um grama,capacidade para dois quilos e visor de cristal líquido, também é usada para avaliar se um cartucho de tinta está corretamente carregado. O preço sugerido é de R$ 150,00 (Cento e cinqüenta reais).
   A Smart, nas cores branca e prata, pode ser usada tanto na culinária quanto em agronegócios. Com capacidade para três quilos, a Smart é uma ótima ferramenta para pesar grãos, sementes e fertilizantes. O preço sugerido é R$ 180,00 (Cento e oitenta reais).
  Todas as balanças podem ser encontradas nos sites www.submarino.com.br e www.americanas.com.br. Mais informações sobre os produtos podem ser obtidas no site www.plenna.com.br ou pelo telefone (11) 3352.8122

 

 

Curiosidade

 

Edelwais

A tão famosa flor.. ela é diferente.. e cada flor tem seu encanto... Tiacho

 

 

Vinagre ajuda no controle às larvas do mosquito da dengue

O uso de um produto típico na cozinha dos brasileiros pode ser uma alternativa para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Testes feitos no Centro de Controle de Zoonoses, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), na Carnevalli

Biotecnologia e na Escola de Engenharia de Piracicaba apontam a eficiência do uso de vinagre no controle das larvas.
  Prova disso é que os agentes de saúde de Piracicaba orientam os moradores a colocar uma colher (50 ml) de vinagre a cada litro de água que tende a ficar parado, seja no ralo do banheiro, pia ou vaso. O engenheiro agrônomo e pesquisador Reinaldo José Rodella, 56 anos, explica que a descoberta surgiu com base em crenças de sua infância, aperfeiçoada com o trabalho de campo. "Quando era criança e ia em benzedeiras, via que elas colocavam uma vasilha dentro de um prato cheio de água com vinagre. No dia seguinte, diversos mosquitos apareciam mortos. Relembrando dessas informações e trazendo-as para a pesquisa, percebi que havia fundamento."
          Os estudos tiveram início no final de 2003 e seguiram até meados de setembro de 2004, quando o trabalho foi publicado em revista da prefeitura de Piracicaba. No ano passado, os agentes passaram a dar ênfase no controle alternativo. Em 2005, foram confirmados 16 casos de dengue na cidade, sendo seis importados. Este ano, apenas um caso foi registrado. Em 2002 foram 400 pessoas doentes. "Ao que tudo indica, o controle é eficaz", diz Rodella. Ele recebe apoio do coordenador de Combate à Dengue no município, Valdemar Correr, que observa que o índice de Breteau é considerado alto no município, 3,7, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em Rio Preto, o índice registrado em janeiro foi de 4,72.


Ácido
          Uma das explicações para a reação da larva ao vinagre, conforme Correr, é a alteração no pH da água, que fica mais ácido. "Como a larva filtra a água, o ácido acético presente no vinagre afeta o trato digestivo do inseto, que acaba morrendo", diz, acrescentando que há outras alternativas como o sal, a água sanitária e o detergente. Mas a vantagem do vinagre, de acordo com Reinaldo Rodella, é que o produto está em praticamente todos os lares, custa pouco e não é tóxico em caso de contato pela população. Para a coordenadora da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) de Rio Preto, Sirle Scandar, há algum tempo vinha se discutindo o uso do vinagre como medida alternativa no controle da larva do Aedes. "Mas a população precisa ajudar, evitando o surgimento de criadouros."

Mosquito
             Uma outra fase da pesquisa de Rodella se refere ao mosquito adulto. De acordo com ele, em observações anteriores constatou-se que na fase de pulpa o efeito não foi sentido, em contrapartida, quando o ovo eclodia, o mosquito

não tinha forças para voar e depois de algum tempo acabava por sucumbir e morrer. "Aguardamos agora o interesse de alguma empresa para que a pesquisa seja ampliada", diz Rodella.


Cerca de 4 mil exames aguardam resultado
           O Instituto Adolfo Lutz de Rio Preto está com cerca de 4 mil exames de suspeita da dengue aguardando para análise. O Estado espera o envio de kits fornecidos pelo Ministério da Saúde há duas semanas. Neste período não foram divulgados novos casos positivos da doença nos nos 101 municípios da região, que já contabiliza cerca de 2,1 mil doentes este ano. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, foram solicitados ao Ministério 30 kits para fevereiro no Estado, mas apenas 10 foram entregues. Em março, quando o pedido de fevereiro deveria ter sido regularizado, foram solicitadas mais 43 unidades do material, mas nenhuma chegou a ser entregue. Cada kit permite a realização de 96 exames, usados para detectar se pessoas de determinada região tiveram ou não contato com o mosquito transmissor da doença.
          Em Rio Preto, até o momento, foram confirmados 819 casos de dengue, segundo dados da semana passada. A média de confirmação é de 60 casos a cada dois dias. Em Catanduva, município que vive a epidemia da doença, são mais 647 casos confirmados e 1.463 aguardando resultado. Conforme o ministério, a partir de hoje, 150 kits de teste de dengue importados começam a ser distribuídos. A demora foi devido ao cumprimento de exigências da Receita Federal. (Fonte: São José do Rio Preto, 4 de Abril de 2006 /
Mara Cirino/ Diário web)

 

Algumas fotos do Alpes Suíço

Abrimos nessa sessão de curiosidades, varias semanas que reproduziremos vários tipos de flores, de vários lugares, inclusive de bouquet de noivas, criações do nosso amigo que, para quem lembra , fazia coisas lindíssimas em sua floricultura e continua agora encantando os clientes americanos com seu bom gosto .

Segue a mensagem do amigo Tiacho Baenninger que hoje reside nos Estados Unidos, Coral Springs/Florida  -

“Silvinha:  Aqui vão as fotos do Alpes Suicos, elas foram tiradas em Pilatus que fica a 2132 metros e tem neve eterna. e um lugar bonito na Suica e fica perto de Luzern. Bem Luzern fica na beira do lago e Pilatus no alto da montanha, Pilatus segundo a lenda morava um dragao la... e um lugar muito bonito, de um lado da montanha tem se sol.e do outro lado tem se neve.. raras vezes o tempoesta bom la encima. tive sorte de estar o tempo bom eis porque das fotos boas, espero que curta.. Beijos Tiacho.”

São muitas, retratamos apenas algumas

  Na próxima vamos apresentar a foto da flor Edelwais.. que conforme Tiacho, e tão famosa na Suiça e Austria e foi até canção do filme da Julia Andrews, noviça rebelde, onde ele diz “tirei esta foto para minha mãe, que queria conhecer as flor, e trouxe a ela um bouquet da mesma que deixei secar no verão passado, Edelwais so cresce em clima dos alpes...”

 

 

Curiosidades

  Tomate é “fruto e não legume”

  O tomate (do náuatle tomatl) é o fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum; Solanaceae), embora imprópriamente considerado como legume pelos leigos. De sua família, fazem parte também as batatas, as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não comestíveis.

Originário da América Central e do Sul, era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
  A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de côr verde) apenas ali conhecidas.  

  
  O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e monocotiledônea. Apesar da crença generalizada de que seja um legume, é um fruto uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação. O tomate é rico em betacaroteno e contém vitamina C.
  Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que este foi encontrado amplamente cultivado no México.

  Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume.
  Os primeiros redarguem a esta objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representadas nas cerâmicas
  Hoje, diversas variedades, tamanhos, cores foram surgindo conforme pesquisadores. 

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