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Curiosidades
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“Nativos, Imigrantes, voyeurs e refugiados digitais”
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A informática hoje tem um papel fundamental na vida da maioria das pessoas. Luciano Pitelli, administrador de empresas considera uma ferramenta extraordinária para tirar, analisar, controlar resultados para se chegar nos objetivos das empresas. De outro lado, o contato, a comunicação efetiva através da tecnologia da informação digital.
Apesar de varias discussões na classificação de usuários, Pitelli diz que tem 4 classificação básica: “refugiados” os que ignoram e negam a informática, não conhecem e nem querem conhecer, não dando a mínima atenção ao assunto; “voyeurs” que conhecem mas não querem usar, “imigrantes” que são da nossa geração e querem conhecer o mundo digital inteirando-se, querendo saber
usar essas ferramentas mas não faz parte da nossa vida, tentamos utilizá-la tentando adequá-la para
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o nosso modo de tirar resultados e os “nativos digitais” que são as pessoas mais novas com fácil acesso ao celular, controle remoto de tv , a internet, como um fato do dia a dia. Para o nativo digital é comum conectar um jogo em rede conectado com mais de 200/500 mil usuários ao mesmo tempo”.
Para esses nativos digitais é muito fácil porque os conceitos de desenvolvimento de software acabam chegando para eles muito antes . Nenhuma novidade um botão power, botão play, e vão procurar os desenhos relacionados a esses botões, ficando no subconsciente, conseguem utilizar muito rapidamente no dia a dia deles.
Como exemplo o jogo da “colheita feliz” no orkut, que é a coqueluche da hora e os usuários utilizam onde outros usuários participam interagindo. Para os nativos digitais é tudo muito mais fácil do que o imigrante digital que resolve também participar integrando esse monte de gente, varias pessoas em todo o mundo, é muito difícil tecnologicamente. “Há 5/6 anos atrás, era muito difícil você pensar que estaria jogando com alguém do outro lado do mundo online no computador”.
Quanto ao twitter mais difícil e profissional, onde tem-se que resumir um recado ate 140 caracteres, informações essenciais e não agrada muito o nativo digital mas esta ai a principal diferença. Não é porque você não tem mais tecnologia e esta incluso no imigrante digital, que você tem mais ou menos inteligência para trabalhar. O importante é tirar bom proveito das ferramentas e rentabilidade para que a empresa possa trabalhar.
O msn , emails , orkut independente da idade, consegue a comunicação no uso das ferramentas, as pessoas se aproximam ou se reencontram em distancias e lugares indeterminados. “As ferramentas são fantásticas sim”, diz Pitelli “mas devem ser usadas racionalmente pessoal ou profissional”.
Quanto a mulher no mundo digital, ela leva certa vantagem diante do homem porque ela por natureza é multitarefa (em casa ela cozinha, vê televisão, passa roupas, olhando as crianças) enquanto o homem em casa, se senta para ver televisão só vai ver televisão.
E essa geração dos nativos digitais também hoje conseguem fazer essa multitarefa , “eles preferem ler um livro no computador, ao mesmo tempo o msn ta ligado, ouvindo musica, expressando suas opiniões através da internet”, afirma Pitelli.
Como o mundo real a internet também tem os locais proibidos de qualquer assunto, que não deveriam ser acessados como assassinatos, fotos impactantes, seitas ou credos que não são ideais para a cultura das nossas crianças, sem falar nos crimes digitais, a pedofilia , são muitos cuidados que os pais devem ter na formação desse nativo digital.
 Estrutura
da Embrapa é modelo para instituição agrícola
angolana
Responsável pelo projeto que dará um novo
desenho à estrutura de pesquisa agropecuária de
Angola, na África, a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa),vinculada ao Ministério da
Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), integra
a missão multisetorial realizada em Luanda dia 2.
Embora não esteja na pauta de discussão o trabalho à reestruturação do
Instituto de Investigação Agronômica de Angola, do
qual trata o programa coordenado pela Embrapa, o
tema terá sua importância enfatizada na reunião, que
tem como objetivo definir prioridades à 7ª reunião
da Comissão Mista Brasil-Angola (Comista), agendada
para o mês de março.
Segundo o pesquisador Antônio Prado (foto), da Assessoria de Relações
Internacionais (ARI), a intenção é reforçar a
posição já assumida: atuar fortemente no projeto sob
a coordenação da estatal brasileira e de
responsabilidade do Ministério da Agricultura e
Desenvolvimento Rural de Angola (Minader), para o
qual há investimento do governo angolano de US$ 7,3
milhões, a serem aplicados na criação de 14 centros
de pesquisa.
Distribuídos em regiões estratégicas, essas unidades do instituto
angolano terão o modelo semelhante ao da Embrapa.
Para quatro deles estão definidos os produtos e a
localização: milho e feijão na Estação Experimental
Agrícola de Chianga, em Huambo; mandioca, batata
doce e amendoim na Estação Experimental de Malange,
a seis quilômetros de Malange; caprinos e ovinos na
Estação Zootécnica do Lay; gado de leite na região
de Kwanza.
Integrante da missão, Antônio Prado diz que na reunião, entre os dias 2 e
7 de fevereiro, ocorrerá a fase preparatória à
Comista quanto a pauta à agricultura.
“O projeto para reestruturação do instituto é um marco e, qualquer outra
proposta a ser adicionada e levada à Comista deverá
convergir com esse trabalho”, observa Prado ao
destacar o peso do programa, iniciado no final de
2008 e com duração até 2013.
Da reunião preparatória à Comista também participam representantes de
instituições e organizações de extensão rural, entre
elas a Emater/DF e o Serviço Nacional de
Aprendizagem Rural (Senar), além do Mapa. Ainda sem
data estabelecida, a 7ª Comista, organizada pela
Agência Brasileira
de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações
Exteriores (MRE), será realizada em Luanda .
(Fonte: Deva Rodrigues (MTb/RS 5297)
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 Algas
Marinhas invadem para na China
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 Mandioca
açucarada para produção de etanol é novidade em
exposição
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A mandioca
açucarada para produção de etanol é uma das novidades
apresentadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária – Embrapa durante a Expowec 2008 –
Exposição Tecnológica Mundial, que acontece de 2 a 6 de
dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em
Brasília, DF. |
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A Empresa está
representada no evento por duas de suas 41 unidades de
pesquisa – Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e
Embrapa Agroenergia, ambas localizadas em Brasília - e
vai mostrar as pesquisas desenvolvidas com várias
culturas agrícolas como fontes alternativas para
produção de energia renovável.
As variedades de mandioca são naturalmente açucaradas e foram
coletadas pelo pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos
e Biotecnologia Luiz Joaquim Castelo Branco Carvalho e
sua equipe na Amazônia na década de 90.
A realização de testes bioquímicos e genéticos levou à
identificação de genes e características responsáveis
pelas mutações naturais que podem beneficiar diversos
setores da indústria. “Os programas de melhoramento de
mandioca no Brasil são orientados, em grande parte, para
a produção de farinha e fécula. As novas variedades
podem diversificar o mercado de derivados da mandioca em
uso comercial na atualidade”, afirma o pesquisador.
Uma das características identificadas pela Embrapa é o alto
teor de glicose, que pode ser altamente positivo para a
produção de etanol, já que dispensa a necessidade de
hidrólise utilizada no processo convencional. “Para
produzir o combustível a partir da mandioca é preciso
hidrolisar o amido que está no tubérculo e esse processo
é dispendioso tanto em termos financeiros como
energéticos”, afirma Castelo.
As variedades pesquisadas pela Embrapa possuem açúcar na raiz
ao invés de amido e, por isso, podem levar a uma redução
de mais de 25% no custo energético do processo final de
obtenção de etanol.
Conhecimento tradicional aliado à moderna biotecnologia
A chave para diversificar o mercado da mandioca e
aumentar as vantagens econômicas e sociais dos pequenos
produtores, responsáveis por grande parte da produção
desse alimento no Brasil, está na integração entre o
conhecimento tradicional e as modernas ferramentas
biotecnológicas desenvolvidas pela ciência. Segundo
Castelo, a genômica funcional tem permitido identificar
novos genes diretamente da biodiversidade a partir de
mutações espontâneas.
Atualmente, as características de interesse estão sendo
transferidas para variedades comerciais por técnicas de
melhoramento genético convencional e utilizadas para
incrementar os estudos genômicos e o conhecimento sobre
a funcionalidade das mutações naturais nas variedades de
mandioca açucarada, em parceria com outras unidades da
Embrapa: a Embrapa Cerrados e a Embrapa Agroenergia,
também localizadas em Brasília, e a Embrapa Mandioca e
Fruticultura Tropical, em Cruz das Almas, BA.
(Fonte: Embrapa/Fernanda Diniz) |
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Pinhão-Manso :
Secretaria começa a produzir sementes
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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de
São Paulo, por meio do Departamento de Sementes, Mudas e
Matrizes de sua Coordenadoria de Assistência Técnica
Integral (DSMM/Cati) começa a disponibilizar sementes de
pinhão-manso para venda aos interessados em iniciar seus
plantios. |
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“A Secretaria está dando a sua contribuição para que
melhor se conheça essa planta e que a sua propagação
seja feita com segurança e dentro da legislação de
sementes”, afirma o engenheiro agrônomo, diretor
do DSMM, Armando Portas.
Também conhecido como pinhão-paraguaio ou pinhão-de-purga, o manso é uma
planta nativa da América do Sul que produz óleo
não-comestível, cujo diferencial é não emitir fumaça
durante a combustão. No Brasil, ele sempre esteve
associado à produção de sabões, ao uso como purgante
para animais, cerca viva e, ocasionalmente, como fonte
de energia luminosa. Agora, é uma das oleaginosas que
estão sendo avaliadas para a produção de biodiesel.
“Nos tempos atuais, em que a toda a bioenergia é bem-vinda, o
pinhão-manso pode passar a ter papel de destaque na
composição das matérias-primas para a obtenção do
biodiesel”, afirma o engenheiro agrônomo Dilson
Rodrigues Cáceres, do DSMM, autor da publicação "Cati
Responde 59: Pinhão-Manso", com informações sucintas
sobre essa antiga planta que vem se transformando em uma
nova cultura.
Há alguns anos os técnicos do DSMM têm coletado sementes dessa espécie e
formado bancos de plantas em diversas das suas unidades
produtoras. Os plantios, hoje, estão em regiões bem
distintas – Tietê, São Bento do Sapucaí, Marília e, em
uma área maior na unidade de Águas de Santa Bárbara,
onde estão sendo colhidas sementes que poderão ser
comercializadas, com a autorização do Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
“Elas podem ser consideradas sementes na acepção da palavra: têm origem,
qualidade fisiológica determinada e são multiplicadas
por produtor de sementes credenciado (o DSMM)”,
complementa o agrônomo. As sementes têm 99,9% de pureza
(colhidas e escolhidas à mão); 80% de germinação; 5,8%
de umidade e o peso de mil delas é de 670,85 gramas. A
colheita foi feita em janeiro e fevereiro deste ano.
As sementes foram embaladas e estão armazenadas no Núcleo de Produção de
Sementes "Ataliba Leonel", do DSMM, em Manduri. Estão à
venda em sacos de quatro quilos, por R$ 160. As
encomendas podem ser feitas nas diversas unidades do
DSMM (endereços no site
www.cati.sp.gov.br).
Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Produção de Sementes de
Águas de Santa Bárbara (14 3765-1158/1060 ou email npsas@cati.sp.gov.br).
(Fonte: DSMM)
CONTATO:
Assessoria de Comunicação da Secretaria
Tel.: 11 5067-0069
Euzi Dognani/Adriana Rota
http://www.agricultura.sp.gov.br/ |
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 CPFL
Energia constrói maior cisterna do interior do estado
para reaproveitamento de águas pluviais
Capacidade de armazenamento do
reservatório atinge quase 200 m³ de água da chuva
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Uma cisterna com capacidade
para armazenar 196,9 m³ de água começou a ser construída
na segunda-feira (18/02) na sede da CPFL Energia, em
Campinas, interior paulista, distante 100 km de São
Paulo. A obra, considerada a maior do interior do
estado, vai coletar a água da chuva que será |
reaproveitada para várias
finalidades como limpeza e rega de jardim, e ficará
pronta em quatro meses.
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O projeto integra as
diretrizes de sustentabilidade da empresa, que se
empenha na busca de soluções de baixo, ou nenhum,
impacto ao meio ambiente. “A água da chuva será
captada dos telhados que cobrem uma área de 3.400 m²,
de dois prédios da empresa”, explica Lúcio Esteves
Jr., gerente do Departamento de Infra-Estrutura
Administrativa da CPFL Energia. Toda água captada
será filtrada antes de ser armazenada.Segundo
estudos realizados pela empresa, a cisterna
proporcionará uma redução média no consumo de 1.440
m³ de água ao ano, o |
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que corresponde a cerca de R$ 35 mil.
O custo total da obra é de R$ 237.000,00.
A empresa tem desenvolvido outros projetos na área ambiental e mantém
viveiros para produção de mudas destinadas à
recomposição da mata ciliar e arborização urbana. Também
possui um laboratório para reprodução de alevinos
utilizados no repovoamento de rios com espécies nativas.
As novas usinas da empresa, em operação ou em fase de
construção, também têm o conceito de minimizar os
impactos ambientais, com maior produtividade em relação
à área inundada.
Na área urbana, a CPFL Energia participa do desenvolvimento do veículo
elétrico e possui, em sua frota, um automóvel Palio
Weekend movido a eletricidade e quatro motocicletas
elétricas.
Sobre a CPFL
A CPFL Energia é a maior empresa privada do setor elétrico brasileiro e
atua em três segmentos: distribuição, geração e
comercialização de energia.
Na distribuição atende 6,1 milhões de clientes em 569 municípios,
distribuídos pelos estados de São Paulo, Rio Grande do
Sul, Minas Gerais e Paraná.
Na comercialização, tem 27% do mercado livre brasileiro. Na geração, a
holding controla empreendimentos em São Paulo, Rio
Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Tocantins e Minas
Gerais. A CPFL Energia é uma empresa de capital aberto
desde setembro de 2004 e suas ações são negociadas no
Novo Mercado da Bovespa e na Bolsa de Valores de Nova
York. Seu faturamento bruto em 2006 foi de R$ 12,2
bilhões. |
 Consumo
de Café no mundo

O café ao lado da cerveja é a
bebida mais popular do planeta.
Contudo as formas de consumo são bem variadas.
Vejamos como o café é consumido em alguns lugares do mundo:
França: o produto
na maioria das vezes, é bebido juntamente com chicória,
Áustria:
pode-se beber o produto juntamente com figos secos,
sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o
oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com
chantilly,
África
e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com
algumas especiarias, tais como canela e cardamomo, alho
ou gengibre,
Bélgica:
o produto é servido com um pequeno pedaço de chocolate ,
colocado no interior da xícara que será derretido quando
entrar em contato com o café,
Itália:
o café expresso preto é servido em xícaras pequenas,
acompanhado de tiras de limão,
Grécia:
o café é acompanhado por um copo de água gelada,
Cuba: o
café é bebido bastante forte e doce, e em um só gole,
Sul da
Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido
com doces,
Alemanha:
é servido com leite condensado ou chantilly.
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  Tender
, Chester ou Peru ? |
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Lógico que as comidas comemos
o dia que achamos que devemos comer, fazendo nossas
ocasiões especiais mas, existem algumas comidas, que por
uma estranha tradição, sem nenhum motivo forte, ficam
condenadas a degustações anuais, apenas para se manter
fiel a tradições: tender, chester ou o peru parece que
ficaram agendadas para as festas de final de ano, seja
natal ou ano novo. |
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O tender, um presunto
defumado, que ironicamente tem este nome apenas no
Brasil, já que em seu país de origem, Estados Unidos, é
conhecido como Glazed Ham ou Presunto |
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Caramelizado. Portanto, já vai aí uma
dica. Não perca tempo procurando Tender ou Presunto
Tender em livros de receita americanos.
O Tender é conhecido entre nós por conta de seu provável lançador no
Brasil, o Frigorífico Wilson, que batizou presunto
defumado "para o Natal" de TenderMade. E "por tradição",
só se vende Tender na época do Natal.
E o resto do ano? O que é bom para o Natal deve ser bom para a
quarta-feira ou será que não? A forma de preparo que o
consagrou para as festas é aquecido no forno, espetado
com cravos e servido com damascos em calda, mas existem
muitas outras maneiras de prepará-lo.
Trata-se de um presunto feito com o pernil traseiro do porco (como todos
os presuntos devem ser), semi desossado, marinado por
duas semanas (no método tradicional) em uma solução de
água, sal, nitrato de sódio (salitre) e açúcar mascavo.
Retirada desta solução, vai para a defumação lenta. Ou
seja, defumação a baixa temperatura, aproximadamente de
70 graus Celsius, por longas horas.
Enquanto defuma, além de adquirir o aroma e as propriedades conservantes
naturais da defumação, ainda passa por um processo de
"cozimento" que o deixa pronto para consumo imediato.
Quanto ao Chester e o Peru,
qual seria o mais saudável?
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As duas aves "têm bom valor
nutritivo"..
Para compreender melhor é bom conhecer um pouco da história de ambos. |
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O Chester é proveniente da terra do Wisque é marca de
uma ave especial, de origem escocesa que chegou ao
Brasil no início da década de 80.
Oferece uma carne
tenra, macia e suculenta, com maior concentração de
partes nobres.Por se encontrada com mais freqüência no
final do ano, tornou-se uma tradição de natal.
E o Peru seduziu muitos reis e rainhas. Aliás,
Cristóvão Colombo conheceu o peru quando chegou à
América. Ele acreditava estar chegando às Índias por um
novo caminho. Por isso, o peru ficou conhecido na Itália
como gallo d'Índia (ou dindio/dindo); na França, como
coq d'Índe ou dinde; e na Alemanha, como
calecutischerhahn, numa referência a Calcutá. Por seu
excelente sabor, foi logo aceito na Europa. De tanto
sucesso. Em 1549, foi oferecido à rainha Catarina de Médicis, em Paris.
No banquete foram servidas cem aves (70
"galinhas da Índia" e 30 "galos da Índia"). Era tão
apreciado que se tornou o símbolo de alimento das
grandes ocasiões. Nos Estados Unidos, o peru representou
o fim da fome dos primeiros colonos ingleses que lá
chegaram, e hoje é prato obrigatório na Festa de Ação de
Graças. No Brasil a ave é tradicionalmente apreciada
desde a época colonial e mais consumida no Natal. |
  O
mercado de trabalho para as pessoas acima de 50 anos |
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Augusto Costa
Diretor Geral
da Manpower
no Brasil |
A força de trabalho das pessoas com 50 anos ou
mais pode estar comprometida na maioria dos países no
mundo. Esta constatação foi feita por meio de uma
pesquisa que a consultoria de recursos humanos Manpower
realizou em 25 países com mais de 28 mil empregadores.
Apesar da ameaça iminente de uma escassez generalizada
de talentos, nosso estudo constatou que poucos
empregadores recrutam ou retêm os trabalhadores com
idade mais avançada. |
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Os resultados revelaram que
somente 14% dos empregadores de todo o mundo implementam
estratégias para contratar estes trabalhadores e
apenas 21% colocam em prática os métodos
para manter estas pessoas na força de trabalho da
instituição.
A realidade nos mostra que muitos empregadores ainda não perceberam a
necessidade de se levantar o percentual de sua força de
trabalho que se aposentará nos próximos cinco ou dez
anos. Esta ação é importante para medir o potencial
intelectual e de produtividade que será perdido quando
estas pessoas deixarem a empresa.
Uma exceção são os empregadores do Japão onde 83% deles se utilizam das
estratégias para reter os trabalhadores com idade
avançada. Isto se deve pela questão cultural em que os
japoneses valorizam os idosos e por existir um respeito
muito grande pela sabedoria e experiência deles, além da
legislação e programas de incentivo governamentais
voltados para trabalhadores acima dos 50 anos.
No sentido contrário, Itália e Espanha são os países em que as
empresas menos se preocupam em manter as pessoas com
mais de 50 anos, com apenas 6%.
No Brasil, há aproximadamente 25 milhões de pessoas trabalhando com
carteira assinada (CLT), dos quais quase 25% possuem
mais de 50 anos, segundo o IBGE. O Instituto divulgou
ainda que a população brasileira acima dos 50 anos já
ultrapassa os 30 milhões de pessoas, equivalente a 19%
da população total.
Outro dado relevante que constatamos com a pesquisa é que
em 19 dos 25 países onde os empregadores foram
entrevistados, as estratégias de retenção eram mais
comuns que as de recrutamento.
A saída para que haja mais espaço para os trabalhadores com idade acima
dos 50 anos seria que as empresas desenvolvessem um
programa especial para os executivos que estão perto de
se aposentar, com horários mais flexíveis e novas
funções, prestando consultoria e treinando os mais
jovens, por exemplo.
Mesmo que passe a ganhar um pouco menos, a pessoa estará altamente
motivada para o trabalho, isso porque perceberá que está
sendo aproveitada e disseminando seus conhecimentos.
A maioria dos empregadores, entretanto, ainda tende a considerar a
aposentadoria como uma oportunidade de reduzir custos.
Isso demonstra pouca visão e põe até mesmo a empresa em
risco.
É necessário também que as companhias desenvolvam, antes que seus
executivos saiam do mercado, planos de transição e de
transferência de conhecimentos. Isso facilitará as
mudanças e garantirá a retenção de todo o capital
intelectual possível na empresa.
A existência de legislações e programas de Governo que fomentem a
participação dos trabalhadores maiores de 50 anos na
força de trabalho também podem ser importantes para
alteramos este quadro negativo.
A não retenção e recrutamento de pessoas com idade mais avançada podem
ocasionar impactos consideráveis nas empresas de todo o
mundo. |
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 EXCLUSIVO:
"Casa ecológica" com bambu e raspas de pneus
Bambu e raspas de pneus são os ingredientes principais dos
pré-moldados hoje em estudos na unidade do Sebrae na
cidade de Três Rios, estado do Rio de Janeiro. A idéia é
usar esta tecnologia na construção de residências - já
batizadas de "casas |
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ecológicas", e, neste sentido, os
primeiros resultados mostram-se animadores.
"O laboratório da Universidade Federal de Juiz de Fora já comprovou a
tração, flexibilidade, compressão e elasticidade das
placas, o que garante a resistência do sistema", disse a
AmbienteBrasil o gerente regional do Sebrae em Três
Rios, Jorge Luiz Gomes de Pinho. Segundo ele, estão em
andamento os testes de durabilidade e resistência ao
fogo.Cinco protótipos já prontos vêm sendo utilizados
como residência, centro comunitário e oficina de
artesanato.
Jorge Luiz conheceu o sistema pré-moldado em Maceió, onde vem sendo
desenvolvido pelo Sebrae em Alagoas, em parceria com a
ONG Instituto do Bambu. O projeto é de autoria do
engenheiro Edson Sartori e dos arquitetos Rubens Cardoso
e Alejandro Pereira.
Levou a idéia para Três Rios, estimulado pelo fato de a região ter uma
significativa reserva natural de bambu e a variedade
local permitir o aproveitamento de todas as varas - "70%
para a estrutura do pré-moldado e o restante moído, para
misturar à matriz cimentícia", explica.
O bambu ganha cada vez mais status como matéria prima benéfica à
conservação ambiental. Hoje está presente em fibras
têxteis e viceja como alternativa à madeira (confira no
campo "notícias relacionadas", no final da matéria).
Afora o aproveitamento do bambu - recurso renovável que seqüestra muito
mais carbono que uma floresta de eucalipto, segundo
Jorge Luiz -, a tecnologia em estudos no Sebrae
apresenta outro ganho ambiental de peso: utiliza também
raspas de pneus. Uma casa de 50 m² abarca até duas
toneladas do produto reciclado, valorosa contribuição
para livrar o meio ambiente de um resíduo altamente
poluente.
O Sebrae Três Rios está negociando com a Universidade Federal do Rio de
Janeiro a realização dos testes de conforto térmico e
acústico nas placas pré-moldadas. Para isso, será
necessário construir um protótipo nas dependências da
instituição de ensino, de forma a viabilizar um
acompanhamento permanente, pelo prazo de um ano.
"Os resultados que temos até o momento são empíricos, através de
observações das construções já executadas aqui em Três
Rios, onde se percebe nitidamente um ganho térmico em
relação à construção convencional, já que a estrutura e
os componentes do micro-concreto, com borracha e fibra
de bambu, funcionam como um isolante térmico", explica
Jorge Luiz.
O estudo conta com o apoio da Prefeitura da cidade e da Associação
Recicla Três Rios. E já atrai a atenção da iniciativa
privada. "Tivemos consultas de alguns empreendedores
interessados em montar pequenas unidades de fabricação",
diz Jorge Luiz. Prefeituras da região também procuraram
conhecer a técnica, com o objetivo de elaborar projetos
para atender basicamente habitações de interesse social,
remanejando moradores em áreas de risco.
Isso porque o custo é outro atrativo marcante do sistema. A economia na
construção de uma residência chega a 40% em relação aos
métodos tradicionais, razão pela qual o projeto se
propõe a ser uma opção em habitações populares.
"Estamos fazendo os testes que nos fornecerão laudos, de laboratórios de
Universidades reconhecidas por competência e isenção, o
que nos permitirá no futuro que a CEF aceite esta como
uma tecnologia segura e que o Sistema Financeiro de
Habitação financie construções com esses pré-moldados",
antecipou Jorge Luiz a AmbienteBrasil.
Segundo ele, já aconteceu inclusive uma reunião com a Superintendência
Regional da CEF, que se mostrou aberta a avaliar a
tecnologia, após o término do período de testes. (fonte:
www.ambientebrasil.com.br)
(Fonte: foto da
Agência Sebrae de Notícias/ Mônica Pinto /
AmbienteBrasil)
 WWF
descobre 11 novas espécies de animais e plantas no
Vietnã
Cientistas do Fundo Mundial da
Vida Animal (WWF, sigla em inglês) anunciaram nesta
terça-feira que descobriram 11 novos espécies de plantas
e animais em regiões remotas das selvas do Vietnã.
Em comunicado divulgado em Washington, o WWF ressaltou que a descoberta
mostra a importância dos esforços de conservação nas
selvas remotas vietnamitas.
Na região conhecida como Corredor Verde, na cordilheira Annamitas, os
cientistas encontraram uma serpente, cinco orquídeas,
duas borboletas e outras três plantas totalmente
desconhecidas.
Outras espécies de plantas, entre elas quatro orquídeas, ainda estão sob
estudo, mas também parecem ser espécies novas.
Chris Dickinson, diretor do estudo, afirmou que na década de 90, nas
mesmas selvas, haviam sido descobertas outras espécies,
inclusive de grandes mamíferos. "Estas 11 podem ser só a
ponta do iceberg", comentou.
Segundo especialistas da organização, as selvas da região se mantiveram
sem perturbações humanas durante milhares de anos. Por
isso, constituem um habitat único para muitas espécies.
A nova espécie de serpente apresenta uma mancha branca e amarela ao longo
de todo o corpo. Ela vive principalmente junto aos
riachos, se alimenta de rãs e outros pequenos animais e
pode medir quase um metro de comprimento.
Três das novas orquídeas não têm folhas, clorofila nem pigmentação verde.
Outra espécie é uma planta com uma flor quase totalmente
negra.
Segundo o WWF, todas as novas espécies correm o perigo de extinção devido
à poda ilegal, à caça e à extração sem controle de
recursos naturais. |
 Expoflora
lança rosa multicolorida no Brasil
Processo permite pétalas de diversas
cores em uma mesma flor
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Enquanto os laboratórios e
pesquisadores buscam novas cores para as flores por meio
de enxertos e cruzamentos de variedades, o produtor
holandês Peter van de Werken conseguiu desenvolver um
corante natural que garante pétalas de diferentes cores
em uma mesma rosa (azul, vermelho, laranja, amarelo,
verde, lilás, cor-de-rosa entre outros). No Brasil, a
novidade será lançada na 26ª Expoflora, evento
considerado uma vitrine para verificar a aceitação de
novas flores e plantas pelos consumidores e que acontece
de 30 de agosto a 23 de setembro,de |
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quinta-feira a domingo, das 9h às
19h, em Holambra, a 140 km da capital paulista. Na
Holanda, as rosas multicoloridas foram lançadas em
novembro do ano passado na Hortifair, em Amsterdam, e
são chamadas de Happy Rose ou de Rainbow Roses (Rosas
Alegres ou Rosas Arco-íris). No Brasil, o nome dessas
curiosas rosas será escolhido por meio de sugestões do
público durante o evento. Entre vendas internas e
exportações Werken já vendeu 1,5 milhão de unidades.
Graças ao processo desenvolvido pelo produtor holandês, não há limite de
cores para as pétalas de uma mesma rosa. Cada pétala
pode ter uma coloração diferente, com variações que vão
dos tons fortes aos suaves, dos cítricos aos elegantes,
dos claros aos escuros. "O segredo não está em tingir as
pétalas, mas fazer com que cada uma delas tenha uma cor
diferente", reforça Michel de Graaff, da importadora
Hozilia Flores, de Holambra, responsável por apresentar
a novidade na Expoflora.
O processo é mantido em segredo. O importador revela, apenas, que a
variedade de rosa mais usada no processo de coloração é
a Vendela, de cor clara, meio creme. As rosas são
colocadas em água, onde são dissolvidas diferentes
substâncias. O líquido é absorvido pelo talo da flor
como parte de um processo natural, alterando a cor das
pétalas. E de acordo com as substâncias dissolvidas na
água, as pétalas adquirem cores diferentes: amarelo,
azul, laranja, lilás, verde, rosa, vermelha etc.,
chegando a transformar-se em um grande leque ou
arco-íris de cores. Daí um dos nomes da rosa (Rainbow).
"Como o corante é natural, o tingimento das pétalas não
altera o aroma das rosas", garante o importador.
Michel de Graaff explica que a variação das cores pode ser definida pelos
consumidores no momento da encomenda. "O comprador pode
escolher as cores que deseja nas pétalas das flores. Os
Estados Unidos e o Japão já encomendaram, por exemplo,
flores com as cores das suas bandeiras. Desta forma,
podemos criar uma rosa apenas com pétalas verdes e
amarelas para homenagear o Brasil, se quisermos. Mas são
casos específicos. A grande aceitação, mesmo, está no
multicolorido das pétalas que tornam as rosas flores
ainda mais alegres", explica.
O produto que colore as pétalas das rosas não será disponibilizado para a
venda no Brasil. As rosas serão importadas e vendidas já
coloridas. Na Expoflora serão disponibilizadas pelo
menos 5 mil unidades para venda direta ao público. As
rosas multicoloridas, já na embalagem solitária, serão
vendidas por R$ 15,00 a unidade durante o evento. "Essas
rosas agradarão muito os consumidores brasileiros, pois
o colorido das pétalas combina com a alegria e com a
descontração do povo deste país", acredita Michel.
Os cuidados de manutenção são extremamente simples. Após retirar a rosa
da embalagem é preciso apenas cortar 3 cm do talo, em
ângulo (com faca ou tesoura), e colocar a flor em um
recipiente com água. Antes, é necessário retirar todas
as folhas que possam permanecer em contato com a água
para evitar as bactérias daninhas à flor. Se cuidada
corretamente, a rosa multicolorida deverá ter
durabilidade de até 10 dias.
Intercâmbio
O intercâmbio entre os produtores e melhoristas holandeses e holambreses
é bastante intenso. Apenas Michel de Graaff importa 22
produtos da Holanda para comercialização no Brasil,
entre eles as flores e folhagens de corte, como allium,
amaranthus, anigozanthos, astilbe, flor de cera, banksia,
bouvardia, eremurus, frésia, íris, liatris, ornithogalum,
protea, tulipa e zantedeschia. Para a Holanda, as
exportações das novidades brasileiras deverão começar
ainda este ano, principalmente de folhagens, como
aspargo e palmeiras, e de flores tropicais.
Serviço:
26ª Expoflora
Data: 30 de agosto a 23 de setembro, de quinta-feira a
domingo
Horário: das 9h às 19h
Tema: Flores, essência e sonhos
Localização: Holambra, Rodovia SP-340 (Campinas-Mogi
Mirim), saída 140, a 140 km de São Paulo e 40 Km de
Campinas.
Na bilheteria: R$ 22,00 - crianças até 5 anos não pagam.
Informações: Fone (19) 3817-2228 ou pelo e-mail
contato@expoflora.com.br
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 Cogumelo
de 20 kg e 70 cm de altura é descoberto no México
da Folha Online
da France Presse, em Tuxtla Gutiérrez
Um cogumelo gigante com mais
de 20 kg e uma altura de 70 cm foi descoberto em uma
plantação de café no estado mexicano de Chiapas,
informou nesta terça-feira (10) o Colégio da Fronteira
Sul (Ecosul). |
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O cogumelo pertence a uma
espécie que já havia sido encontrada anteriormente em
Chiapas, de acordo com o curador da Coleção Micológica
do Ecosul, René Andrade.
Andrade disse que há relatos da presença desse cogumelo em países como
Brasil, Costa Rica e Guatemala. Seu nome científico é
Macrocybe titans pegler.
Por ora não existem estudos que digam se a espécie é comestível ou não. |
| Em 2004, cientistas
suíços descobriram um fungo que abrangia uma área de 35
hectares no subsolo de uma floresta alpina e deveria ter
cerca de mil anos de idade. A
"trufa" gigante é comestível, mas poderia causar a
morte de árvores. O fungo é conhecido como cogumelo do
mel, cujo nome científico é Armillaria ostoyae.
(Fonte:folha online)
 Projeto
patrocinado pela Petrobras resgata na Amazônia filhote
de peixe-boi
O Instituto Nacional de
Pesquisas da Amazônia (INPA) receberá no próximo domingo
(29) um visitante especial: um filhote órfão de
peixe-boi amazônico, resgatado no início do mês em uma
comunidade do Paranã do Aranapu, Médio Solimões (a 100
km de Tefé), na Reserva de Desenvolvimento Sustentável
Mamirauá.
O resgate foi feito pela equipe do projeto "Conservação e Uso Sustentado
dos Recursos Aquáticos das Matas Alagadas de Mamirauá e
Anamã", do Instituto de Desenvolvimento Sustentável
Mamirauá (IDSM), patrocinado pela Petrobras, através do
Programa Petrobras Ambiental. A chegada do filhote a
Manaus é resultado de operação conjunta do IDSM,
Petrobras e IBAMA-Manaus com apoio da Aeronáutica.
O peixe-boi é uma espécie de mamífero aquático ameaçada de extinção.
O filhote de peixe-boi sairá de Tefé em uma aeronave da Aeronáutica.
Para acomodá-lo durante o vôo, dois bancos do avião serão retirados. O
filhote de peixe-boi viajará sobre um colchão e será
mantido úmido com uma toalha sobre o dorso e
constantemente será borrifado (a pele não deve secar).
Um veterinário do IBAMA vai acompanhar o animal neste trajeto até Manaus.
A chegada à Base Aérea de Ponta Pelada está prevista para as 14h, de onde
segue direto para o Laboratório de Mamíferos Aquáticos
do INPA para se recuperar dos ferimentos. O peixe-boi
ficou preso acidentalmente em rede de pesca no dia 30 de
junho.
A mãe do peixe-boi não foi localizada e o animal foi levado à comunidade,
onde foi colocado em um curral com tela de arame.
Segundo a coordenadora de pesquisas do projeto, Miriam
Marmontel, o filhote é um animal forte e saudável.
"Desde que foi resgatado, ele não apresentou perda de
peso." Logo depois da captura, o animal foi entregue ao
grupo de resgate do IDSM. Desde então, o filhote macho
foi levado para Tefé e temporariamente alojado em um
tanque no Flutuante Base do Instituto Mamirauá (um lago
em Tefé), onde recebe alimentação sob forma de mamadeira
e plantas aquáticas da região.
Também recebe cuidados veterinários diários, uma vez que apresenta
escoriações e uma ferida de arpão no dorso. O mamífero
mede 1,14 m de comprimento, pesa 37Kg e apresenta entre
quatro a seis meses de idade.
A intenção do IDSM é devolver o animal ao ambiente natural, mais
precisamente ao local onde foi capturado, logo que seja
considerado apto. O Instituto pretende também adaptar um
cinto com transmissor de rádio à cauda do animal, para
que seus movimentos e readaptação possam ser monitorados
ao longo do tempo.
A recomendação parte da experiência do Grupo de Mamíferos Aquáticos (GPMAA),
do IDSM, que há 14 anos executa pesquisas com peixe-boi
na área do médio Solimões. Desde 2004, o GPMAA recebe
patrocínio do Projeto Petrobras Ambiental.
Sobre o projeto
O Grupo de Mamíferos Aquáticos
estuda a biologia e ecologia de cinco espécies de
mamíferos aquáticos da região (peixe-boi, boto vermelho,
tucuxi, lontra e ariranha). Exemplares de peixes-boi têm
sido monitorados intensamente para identificar
movimentos diários e sazonais. Dessa forma, foi possível
determinar pelo menos um padrão de deslocamento anual,
quando deixam os lagos de várzea de Mamirauá na época em
que as águas começam a baixar e refugiam-se durante o
período de seca nas águas pretas e profundas do lago de
terra firme do Amanã.
Com a chegada da enchente, os peixes-boi realizam o movimento de retorno
aos lagos de origem. Esse ciclo salienta a importância
da manutenção de grandes áreas para preservação do
peixe-boi, assim como a existência de uma variedade de
ambientes, incluindo canais para deslocamento livres de
ameaças.
No passado, o peixe-boi amazônico foi vítima de uma caça comercial muito
intensa que, associada a uma baixa taxa reprodutiva,
levou a espécie a ser considerada ameaçada de extinção
no país. Atualmente, é protegido por três instrumentos
da legislação brasileira. Entretanto, ainda existe uma
pressão de caça ao longo de toda sua distribuição,
principalmente direcionada para subsistência.
Incentivo
O Programa Petrobras Ambiental
tem o objetivo de ampliar o apoio a iniciativas da
sociedade civil, através de projetos voltados ao tema
"Água: Corpos D´Água Doce e Mar, incluindo a sua
biodiversidade". Essas ações, em parcerias com ONGs,
universidades e entidades sindicais, são voltadas à
preservação de bacias hidrográficas, ecossistemas e
paisagens, envolvendo aproximadamente cinco mil espécies
da fauna e flora brasileiras.
IDSM
O Instituto de Desenvolvimento
Sustentável Mamirauá é uma Organização Social (OS),
supervisionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT).
Criado em 1999, sua missão é promover a conservação da
biodiversidade mediante o manejo participativo e
sustentável de recursos naturais. Tem o apoio do governo
do Estado do Amazonas, da Fundação de Amparo à Pesquisa
do Estado do Amazonas (Fapeam), do Wildlife Conservation
Society/Fundação Gordon Moore, do programa inglês Darwin
Initiative, do Zoological Society of London (ZSL) e da
Petrobras. |
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Flagrante
na Natureza

foto
Silvia Coelho Mattos |
 Balanças
desenvolvem novos mercados no Brasil |
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O mercado de balanças no
Brasil está evoluindo cada vez mais em setores que
passam longe do uso pessoal ou doméstico. Por exemplo, a
Plenna Balanças registrou um aumento na venda das
balanças de precisão da ordem de 20% no período que
antecedeu a Páscoa. A demanda veio de pequenos
empresários que buscaram o produto para pesarem os
ingredientes para a confecção de ovos de páscoa. |
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Outros mercados, alguns inusitados, se consolidam no
Brasil. Caso das artes plásticas: algumas obras-de-arte
precisam da medida certa de determinados ingredientes,
caso contrário, tanto o excesso quanto a escassez de
algumas matérias-primas podem comprometer o trabalho do
artista. Para isso, a Plenna Balanças oferece a balança
Apollo. Também usada na culinária, tem graduação de um
grama, podendo pesar até cinco quilos. Apresentada nas
cores branca e prata, tem preço sugerido de R$ 155,00
(cento e cinqüenta e cinco reais). |
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Já a balança Precisão pode ser
usada em escritórios, por empresas que trabalham com
recarga de cartuchos de tintas e pelos ourives, entre
outros mercados. O artesão que desenvolve peças em ouro
ou prata, por exemplo, precisa da balança para
estabelecer seu preço. No universo corporativo, pode ser
usada para pesar documentos a serem enviados via
correio.Com a pesagem, a empresa já terá uma média de
quanto irá gastar e uma simples troca de envelope pode
significar economia. |
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A
balança, com graduação de um grama,capacidade para dois
quilos e visor de cristal líquido, também é usada para
avaliar se um cartucho de tinta está corretamente
carregado. O preço sugerido é de R$ 150,00 (Cento e
cinqüenta reais).
A Smart, nas cores branca e prata, pode ser usada tanto na
culinária quanto em agronegócios. Com capacidade para
três quilos, a Smart é uma ótima ferramenta para pesar
grãos, sementes e fertilizantes. O preço sugerido é R$
180,00 (Cento e oitenta reais).
Todas as balanças podem ser encontradas nos sites
www.submarino.com.br e
www.americanas.com.br. Mais informações sobre os
produtos podem ser obtidas no site
www.plenna.com.br ou pelo telefone (11) 3352.8122
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Curiosidade
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Edelwais
A tão famosa flor.. ela é diferente.. e cada flor tem
seu encanto... Tiacho
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Vinagre
ajuda no controle às larvas do mosquito da dengue
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O uso de um produto típico na
cozinha dos brasileiros pode ser uma alternativa para
eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti,
transmissor da dengue. Testes feitos no Centro de
Controle de Zoonoses, na Escola Superior de Agricultura
Luiz de Queiroz (Esalq), na Carnevalli
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Biotecnologia e na Escola de
Engenharia de Piracicaba apontam a eficiência do uso de
vinagre no controle das larvas.
Prova disso é que os agentes de saúde de Piracicaba orientam os moradores
a colocar uma colher (50 ml) de vinagre a cada litro de
água que tende a ficar parado, seja no ralo do banheiro,
pia ou vaso. O engenheiro agrônomo e pesquisador
Reinaldo José Rodella, 56 anos, explica que a descoberta
surgiu com base em crenças de sua infância, aperfeiçoada
com o trabalho de campo. "Quando era criança e ia em
benzedeiras, via que elas colocavam uma vasilha dentro
de um prato cheio de água com vinagre. No dia seguinte,
diversos mosquitos apareciam mortos. Relembrando dessas
informações e trazendo-as para a pesquisa, percebi que
havia fundamento."
Os estudos tiveram início no final de 2003 e
seguiram até meados de setembro de 2004, quando o
trabalho foi publicado em revista da prefeitura de
Piracicaba. No ano passado, os agentes passaram a dar
ênfase no controle alternativo. Em 2005, foram
confirmados 16 casos de dengue na cidade, sendo seis
importados. Este ano, apenas um caso foi registrado. Em
2002 foram 400 pessoas doentes. "Ao que tudo indica, o
controle é eficaz", diz Rodella. Ele recebe apoio do
coordenador de Combate à Dengue no município, Valdemar
Correr, que observa que o índice de Breteau é
considerado alto no município, 3,7, conforme a
Organização Mundial de Saúde (OMS). Em Rio Preto, o
índice registrado em janeiro foi de 4,72. |
Ácido
Uma das explicações para a reação da larva ao
vinagre, conforme Correr, é a alteração no pH da água, que
fica mais ácido. "Como a larva filtra a água, o ácido
acético presente no vinagre afeta o trato digestivo do
inseto, que acaba morrendo", diz, acrescentando que há
outras alternativas como o sal, a água sanitária e o
detergente. Mas a vantagem do vinagre, de acordo com
Reinaldo Rodella, é que o produto está em praticamente todos
os lares, custa pouco e não é tóxico em caso de contato pela
população. Para a coordenadora da Superintendência de
Controle de Endemias (Sucen) de Rio Preto, Sirle Scandar, há
algum tempo vinha se discutindo o uso do vinagre como medida
alternativa no controle da larva do Aedes. "Mas a população
precisa ajudar, evitando o surgimento de criadouros."
|
Mosquito
Uma outra fase da pesquisa de Rodella se
refere ao mosquito adulto. De acordo com ele, em
observações anteriores constatou-se que na fase de pulpa
o efeito não foi sentido, em contrapartida, quando o ovo
eclodia, o mosquito
não tinha forças para voar e depois de algum tempo
acabava por sucumbir e morrer. "Aguardamos agora o
interesse de alguma empresa para que a pesquisa seja
ampliada", diz Rodella. |
Cerca de 4 mil
exames aguardam resultado
O Instituto Adolfo Lutz de Rio Preto está com
cerca de 4 mil exames de suspeita da dengue aguardando para
análise. O Estado espera o envio de kits fornecidos pelo
Ministério da Saúde há duas semanas. Neste período não foram
divulgados novos casos positivos da doença nos nos 101
municípios da região, que já contabiliza cerca de 2,1 mil
doentes este ano. De acordo com a Secretaria de Estado da
Saúde, foram solicitados ao Ministério 30 kits para
fevereiro no Estado, mas apenas 10 foram entregues. Em
março, quando o pedido de fevereiro deveria ter sido
regularizado, foram solicitadas mais 43 unidades do
material, mas nenhuma chegou a ser entregue. Cada kit
permite a realização de 96 exames, usados para detectar se
pessoas de determinada região tiveram ou não contato com o
mosquito transmissor da doença.
Em Rio Preto, até o momento, foram confirmados 819
casos de dengue, segundo dados da semana passada. A média de
confirmação é de 60 casos a cada dois dias. Em Catanduva,
município que vive a epidemia da doença, são mais 647 casos
confirmados e 1.463 aguardando resultado. Conforme o
ministério, a partir de hoje, 150 kits de teste de dengue
importados começam a ser distribuídos. A demora foi devido
ao cumprimento de exigências da Receita Federal. (Fonte: São
José do Rio Preto, 4 de Abril de 2006 /Mara
Cirino/ Diário web)
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Algumas fotos do
Alpes Suíço
Abrimos nessa sessão de curiosidades, varias semanas que
reproduziremos vários tipos de flores, de vários lugares,
inclusive de bouquet de noivas, criações do nosso amigo que,
para quem lembra , fazia coisas lindíssimas em sua
floricultura e continua agora encantando os clientes
americanos com seu bom gosto .
Segue
a mensagem do amigo Tiacho Baenninger que hoje reside nos
Estados Unidos,
Coral
Springs/Florida -
“Silvinha: Aqui vão as fotos do Alpes Suicos,
elas foram tiradas em Pilatus que fica a 2132 metros e tem
neve eterna. e um lugar bonito na Suica e fica perto de
Luzern. Bem Luzern fica na beira do lago e Pilatus no alto
da montanha, Pilatus segundo a lenda morava um dragao la...
e um lugar muito bonito, de um lado da montanha tem se sol.e
do outro lado tem se neve.. raras vezes o tempoesta bom la
encima. tive sorte de estar o tempo bom eis porque das fotos
boas, espero que curta.. Beijos Tiacho.”
São
muitas, retratamos apenas algumas
Na próxima vamos apresentar a foto da flor Edelwais.. que
conforme Tiacho, e tão famosa na Suiça e Austria e foi até
canção do filme da Julia Andrews, noviça rebelde, onde ele
diz “tirei esta foto para minha mãe, que queria conhecer as
flor, e trouxe a ela um bouquet da mesma que deixei secar no
verão passado, Edelwais so cresce em clima dos alpes...”
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Curiosidades
Tomate é “fruto e não legume”
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O tomate (do
náuatle tomatl) é o
fruto do tomateiro (Solanum
lycopersicum;
Solanaceae), embora imprópriamente
considerado como
legume pelos leigos. De sua família,
fazem parte também as
batatas, as
berinjelas, as
pimentas e os
pimentões, além de algumas espécies não
comestíveis. |
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Originário da
América Central e do
Sul, era amplamente cultivado e consumido
pelos povos
pré-colombianos, sendo atualmente
cultivado e consumido em todo o mundo (Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre).
A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo
e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate
como alimento, à
civilização inca do antigo
Peru, o que deduzem por ainda persistir
naquela região, uma grande variedade de tomates
selvagens e algumas espécies
domesticadas (de côr verde) apenas ali
conhecidas. |
O tomateiro é uma planta
fanerógama,
angiosperma e
monocotiledônea. Apesar da crença
generalizada de que seja um
legume, é um
fruto uma vez que é o produto do
desenvolvimento do
ovário e do
óvulo da
flor, formando o
pericarpo e as
sementes, respectivamente, após a
fecundação. O tomate é rico em
betacaroteno e contém
vitamina C.
Estes acreditam que o tomate da variedade
Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o
ancestral da maioria das espécies comerciais atuais,
tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos
antigos na
América Central, posto que este foi
encontrado amplamente cultivado no
México.
Outros estudiosos acreditam que o tomate seja
originário da região do atual
México,
não apenas pelo nome pertencer tipicamente à
maioria das línguas locais (Náuatles),
mas porque as
cerâmicas
incas não registraram o uso do tomate nos
utensílios domésticos, como era costume.
Os primeiros redarguem a esta objeção, pelo fato
de que muitas outras frutas e alimentos dos
incas também não foram representadas nas
cerâmicas
Hoje,
diversas variedades, tamanhos, cores foram
surgindo conforme pesquisadores.
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