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30/11/10

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"As pessoas dividem-se entre aquelas que poupam, como se vivessem para sempre e aquelas que gastam, como se fossem morrer amanhã. ."

  (Aristóteles )

 
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Agricultura/Fruticultura

CVC diminui no Estado de São Paulo

                  

Levantamento do Fundecitrus apontou que 35,5% das plantas estão contaminados. Em 2009, índice era de 39,2%

                  

       A incidência da CVC diminuiu de 39,2% para 35,5% no Estado de São Paulo, segundo o levantamento amostral realizado pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) em 2010.
      Uma equipe de engenheiros agrônomos e técnicos em agropecuária percorreram todo o parque citrícola, de junho a setembro deste ano, para realizar o levantamento.
       Segundo o gerente do Departamento Técnico do Fundecitrus, Cícero Augusto Massari, entre os fatores que levaram à queda da doença destacam-se a eliminação de pomares mais velhos e a erradicação de plantas doentes devido ao Greening – especialmente na região central, que é a mais afetada pela doença.
       É preciso salientar que as aplicações de inseticidas usadas para combater o psilídeo que transmite o Greening agem também contra as cigarrinhas transmissoras da bactéria que causa a CVC.

  Os números por região

        CVC no Estado de São Paulo – 35,5% das plantas contaminadas

      A região Norte é mais afetada pela doença com 53% das plantas contaminadas, seguida pela Noroeste, com 42,8%, e Centro, com 38,2%. As regiões Sul e Oeste apresentaram índices menores, 25% e 4,4% respectivamente.
      Embora a região Sul tenha apresentado o segundo menor índice de contaminação (25%), foi possível constatar um grande crescimento em plantas até então sadias (de 6,6%, em 2009, para 10,8%, em 2010). Como a severidade da doença (frutos miúdos) se manteve muito parecida (13,8 para 14,2%), conclui-se que a região teve uma infecção tardia quando comparadas com as demais.


SAFRA 2010/11 DAS PERAS AMERICANAS USA PEARS
COM EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO DE 10% NO BRASIL

         A safra 2010/2011 das Peras Americanas - USA Pears desembarca no Brasil visando ampliar as vendas no país. Tradicionalmente, os primeiros contêineres da
      fruta cultivada nos estados americanos do Oregon e de Washington, chegam em outubro e a expectativa é crescimento no volume importado de 10% com relação ao ano passado (11.674 toneladas/US$ 13.679). As Peras Americanas desta temporada chegam ao Brasil nas variedades Anjou verde e vermelha, Bartlett amarela e vermelha, Bosc, Concorde e Comice.
       Encontradas em diversos pontos de venda, como empórios, hortifrutis e supermercados de todo o País, as Peras Americanas são mais gostosas e saudáveis, graças às suas características próprias de aspecto, textura e sabor, além de serem altamente ricas em vitaminas, minerais e fibras. A fruta é exclusiva e conhecida como a verdadeira pera no Brasil.

     As frutas da USA Pears são cultivadas nos estados americanos Oregon e Washington, as principais áreas de plantio nos Estados Unidos, onde são produzidos 95% do volume de peras frescas comercializadas naquele país. As peras frescas contribuem para estabelecer uma dieta saudável, fornecendo fibras digestivas, vitamina C e potássio, e sendo isentas de colesterol, gordura saturada e sódio.
       As variedades Anjou, Bosc, Comice, Forelle e Seckel são conhecidas como peras de inverno, em virtude da colheita e disponibilidade tardias, durante os meses de baixas temperaturas nos Estados Unidos. As Bartletts, por sua vez, são chamadas peras de verão, pois estão disponíveis a partir de julho e desaparecem em meados de dezembro. A ampla variedade produzida pela USA Pears importada para o Brasil garante que o consumidor brasileiro desfrute das qualidades das peras americanas durante o ano todo.
       A Pera Americana é um alimento com elevado teor nutritivo e fonte de energia, graças à presença de glicose e frutose. As peras são verdadeiras reservas de pectina e fibras solúveis, que dificultam a absorção de carboidratos de uma maneira geral. São importantes aliadas na redução do colesterol e, por esse motivo, ideais para as dietas de emagrecimento. Uma Pera Americana - USA Pears de tamanho médio contém 2,32 gramas de fibras ao natural e 4,08 gramas de fibras digestivas, que representam um papel importante na prevenção de alguns tipos de câncer.

      Conteúdo de uma pera média, de 166 gramas

      Calorias 98 calorias Carboidratos 25 gramas
      Total de Fibras Digestivas 4,8 gramas Pectina 1,8 grama
      Ácido Ascórbico 7 miligramas Potássio 2,8 miligramas
      Sódio 0


Primeiro registro é de 2.750 A. C. na Mesopotâmia

        A primeira menção à pera, como ingrediente medicinal, encontra-se numa tábua de cerâmica localizada em Sumer, na Mesopotâmia antiga, datada de 2.750 a. C., aproximadamente. Homero referiu-se à pera como "presente dos deuses", uma das frutas descobertas no jardim de Alcínio. Durante séculos, as peras foram mencionadas nas histórias das monarquias da Pérsia, da China e de Roma. Com a expansão da civilização, cultivaram-se milhares de variedades por toda a Europa.

       A pera comum (Pirum communis), nativa do Sudeste da Europa e do Oeste da Ásia, é uma antecessora das variedades populares de hoje. Anjou, Bosc, Comice e Nelis, primeiramente cultivadas na França e na Bélgica, possuem sabor delicado e asseguram longa armazenagem. Desse cultivo, desenvolveu-se a conhecida textura que "derrete na boca, que concedeu à pera o apelido de "fruta manteiga".
       A pera desembarcou no mundo novo no período do colonialismo, com os ingleses e outros europeus do Norte. As variedades do Oeste chegaram ao México e à Califórnia com os missionários espanhóis. A pera moderna cresce em todas as partes do mundo, mas não há condições de cultivo ideais como na costa do Pacífico dos Estados Unidos, onde são produzidas as USA Pears. Ali, uma combinação perfeita de terra, clima e água abundante produz frutas grandes, cheias de sabor e suculentas, e apreciadas cada vez mais pelo mundo todo.


 

PERAS, QUEIJOS E VINHOS UMA COMBINAÇÃO GASTRONÔMICA IRRESISTÍVEL

        Cada variedade das Peras Americanas tem um sabor único de doçura, delicadeza e cores suaves. A partir de outubro, a mesa dos brasileiros estará mais saborosa e colorida com a chegada ao país da safra 2010/2011 das Peras Americanas - USA Pears.
       A Pera Americana é um complemento especial para realçar o paladar de vinhos e queijos. Para aqueles que desejam apreciar sabores e texturas diferenciados das frutas combinadas com queijos e vinhos, a USA Pears recomenda a seguinte harmonização:
      Para as peras Anjou verde, a sugestão é apreciar a fruta combinada com queijo tipo Camembert ou Fresco de Cabra. O vinho ideal para completar o menu é o Chadornnay ou o Pinot Gris. As peras Anjou têm cor verde clara e não mudam ao amadurecer. Seu sabor doce e suave tornam-nas ideais para também serem consumidas in natura e em saladas.
       As peras Anjou vermelhas combinam perfeitamente com os queijos Gouda e Cheddar e os vinhos Syrah e Cabernet Sauvignon. Essa variedade de pera tem sabor doce e suave, também excelente para o consumo in natura e em saladas.
      As peras Bartlett mudam da cor verde para o amarelo quando amadurecem. São ideais para o consumo in natura, em sobremesas e saladas. O sabor das peras Bartlett é realçado quando degustadas com queijos azuis, como Gorgonzola e Roquefort, de Cabra Feta e com os vinhos Riesling e Prosecco.
       As peras Comice são excelentes para acompanhar queijos finos. São harmonizadas com os sabores do queijo Brie e de Cabra envelhecido e dos vinhos Chadornay e Riesling. A fruta está entre as peras americanas mais doces e suculentas.
       A variedade de peras Bosc tem cor café e formato do corpo alongado. A polpa é firme e doce e é uma ótima opção para decoração de pratos sofisticados. A combinação ideal para apreciar o sabor da pera Bosc é o queijo azul ou Cheddar com acompanhamento dos vinhos Pinot Noir e Harvest Riesling. SITE USA PEARS:

       http://www.usapears.com.br/

      (Fonte: Ketchum Estratégia)


PERAS, QUEIJOS E VINHOS UMA COMBINAÇÃO GASTRONÔMICA IRRESISTÍVEL

        A safra agrícola de laranja 2009/2010 deve chegar a 318,6 milhões de caixas (40,8 kg). Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3), na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília/DF pelo ministro Wagner Rossi e o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João Sampaio. O levantamento é fruto da parceria da Conab com a Secretaria paulista.
      Desse total, 292,7 milhões de caixas são destinados à comercialização, uma vez que 1,9 milhão de caixas vai para o consumo doméstico e 24 milhões de caixas são computados como perdas. Segundo os técnicos responsáveis pelo levantamento, do total do volume esperado, 83,4% são destinados às indústrias processadoras de suco (244,2 milhões de caixas) e 16,6% (48,5 milhões) ao mercado in natura.
      A produtividade média estimada nesse primeiro levantamento foi de 1,7 caixa por pé. Segundo os técnicos, a baixa produtividade está atrelada principalmente a fatores climáticos como as chuvas ocorridas durante a floração da respectiva safra, que ocasionou alto índice de "estrelinha" (podridão floral) nos pomares, e a forte estiagem desse ano que prejudicou o desenvolvimento dos frutos e antecipou a maturação, o que influenciou na tomada de decisão dos produtores em antecipar a colheita para evitar maiores perdas.
      A área total ocupada com laranja no Estado soma 620.146 hectares, com densidade média de plantio da ordem de 406 pés/ha, variando de 503 pés/ha, nos pomares com menos de 4 anos, até 350 pés/ha naqueles mais antigos, com mais de 8 anos.
      A estimativa final da safra agrícola 2009/10 será obtida de levantamento realizado em novembro de 2010, segundo a mesma metodologia do levantamento atual, e deverá trazer informações mais precisas para a cultura da laranja. A pesquisa fornecerá, também, uma prévia de produção para a safra agrícola 2010/11.
      Os resultados prévios para a futura safra de laranja, 2010/2011 indicam que citricultores tem a intenção de plantar 9,7 milhões de pés novos em uma área de 20.457 hectares, revelam os técnicos. Dados qualitativos mostram que esse plantio será, em sua maioria, executado pelos grandes produtores, em recentes áreas (região de Mogi-Mirim, Lins e Marília), com novas técnicas na condução das lavouras, como adensamento, podas e irrigação. Eles também pretendem renovar cerca de 36.000 hectares do parque laranjeiro, observam os responsáveis pelo levantamento. "Entretanto poderão ser erradicadas, em um montante de 22.346 hectares, provavelmente áreas ocupadas com laranja, em regiões mais suscetíveis aos problemas fitossanitários".
      O Estado de São Paulo é o principal produtor nacional de laranja, responsável por aproximadamente 80% do volume produzido. Em termos regionais, a produção de laranja no Estado pode ser dividida em dois grupos: a região tradicional, constituída pelos EDRs (Escritórios Regionais de Desenvolvimento Rural) de Araraquara, Barretos, Catanduva, Fernandópolis, General Salgado, Jaboticabal, Limeira, Mogi-Mirim, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto e Votuporanga; e a região nova, constituída por Avaré, Bauru, Botucatu, Itapetininga, Itapeva, Jales, Jaú, Lins, Piracicaba e Sorocaba.
       Esta última região, por reunir condições adequadas à atividade quanto às condições edafo-climáticas e ainda ser pouco susceptível às novas doenças, tem contribuído para a instalação do parque citrícola.

      (Fonte: fonte: Notícias de Limeira baseado na Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP, em 04 de novembro de 2010)


 


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